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Não é novidade que Preta Gil conviveu cercada de amigos famosos e familiares ao longo dos mais de dois anos de tratamento contra o câncer. No círculo de amizade da artista, nomes como Carolina Dieckmann, Gominho, Luciano Huck, entre muitos outros.
E uma das melhores amigas da filha de Gilberto Gil era Ivete Sangalo, que prestou diversas homenagens à artista ainda em vida, como por exemplo, no show de Réveillon em Copacabana, no Rio de Janeiro.
Porém, uma atitude em segredo da cantora baiana acabou sendo revelada pela médica de Preta. Em entrevista ao jornal O Globo, Roberta Saretta, que acompanhou a famosa do início de tratamento até os últimos minutos antes da morte, contou um ato surpreendente de Veveta.
"O quarto da Preta era uma festa. Raramente tinha menos de cinco pessoas. E isso foi fundamental para lidar com a doença. Era um entra e sai", iniciou.
"Um dia a Ivete terminou um show tarde da noite e foi direto para o Sírio [Libanês]. Entrou no quarto da Preta, esperou quietinha na cadeira até ela acordar, às 6 da manhã", revelou.

Os últimos minutos de Preta Gil
O último momento em vida foi em tentativa de retornar ao Brasil após um tratamento experimental sem sucesso nos Estados Unidos.
Em entrevista inédita ao jornal O Globo, a médica garante que Preta estava em condições para viajar. "Quando a ambulância chegou para levá-la ao aeroporto e os paramédicos mediram as taxas, ela estava estável, com índices normais, pressão, eletro, tudo. Ela queria, com todas as forças, chegar no Brasil".
Roberta detalha que a artista se manteve consciente durante todo tempo, mas que passou mal antes de embarcar. "Durante o trajeto de uma hora e 20 minutos de viagem até o avião, fiquei de frente para ela, repetindo que a levaria para casa. Ela foi acordada o tempo todo. Ao chegar no aeroporto, ela passou mal, vomitou".
Despedida
A dolorosa despedida aconteceu logo em seguida, quando a própria reconheceu que não aguentaria o voo.
"Estamos quase lá", eu falei. "Preta, você dá conta de viajar? Segura mais um pouco?". E ouvi a resposta: "Não dou conta".
A partir daí, foi iniciada uma "força-tarefa" para prestar socorro, o que não evitou a morte poucos minutos depois. "Pedi para o paramédico nos levar ao hospital mais próximo. Chegamos em oito minutos. Quiseram reanimá-la, poucos minutos depois ela se foi", contou.
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