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Publicado em 10/10/2024, às 22h49 Redação
Após ser alvo de investigação que o colocou como suposto participante de esquema de lavagem de dinheiro via jogos online, o cantor e compositor Gusttavo Lima viu nesta quinta-feira (10) o Ministério Público de Pernambuco apontar que as provas contra o famoso são frágeis.
Cinco promotores do Grupo de Inteligência do Ministério Público (Gaeco) emitiram parecer que aponta insuficiência de provas e fragilidade nas acusações contra o cantor. A juíza Andrea Calado, da 12ª Vara Criminal do Recife, chegou a emitir mandado de prisão contra Lima, mas a medida foi revogada em instância superior.
O Gaeco fez um ponto a ponto do que levou à inclusão de Gusttavo Lima na investigação na primeira instância e avaliou as explicações da defesa do cantor sobre cada remessa de dinheiro, venda de avião e falta de relação entre as medidas aplicadas.
A empresa Balada Eventos e Produções LTDA, representada por Nivaldo Batista Lima - nome de batismo de Gusttavo Lima - foi incluída nas investigações devido ao recebimento de R$ 4,97 milhões e R$ 4,81 milhões; a venda da Aeronave Cessna Aircraft modelo 560XLS; e os valores em moeda estrangeira guardados no cofre da empresa.
O MP indica que há provas da origem lícita das operações. “A mera apreensão desses valores no cofre da empresa, desprovida de informações que indiquem sua origem, não implica na conclusão de que são provenientes de jogos ilegais da Esportes Entretenimento Promoção de Eventos e da Pix Soluções Tecnológicas”, diz o parecer.
“No que diz respeito ao recebimento dos valores de R$ 4.947.400,00 e R$ 4.819.200,00, provenientes da empresa HSF Entretenimento e Promoção de Eventos Eireli (Esportes da Sorte), no próprio relatório conclusivo da investigação, reconhece-se que decorrem da compra da Aeronave Cessna Aircraft, modelo 560XLS, matrícula PR-TEN”, diz outro trecho do parecer do MP.
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