Entretenimento
O antigo passaporte atribuído a Eliza Samudio, encontrado em um apartamento alugado em Portugal no fim do ano passado, tem provocado estranhamento entre amigos e familiares da modelo, assassinada em 2010.
De acordo com o Jornal Extra, “uma pessoa muito próxima” da modelo afirmou que a data registrada no passaporte não condiz com a imagem usada no documento. A principal dúvida envolve a fotografia, que, segundo o relato, teria sido feita quando Eliza já estava grávida.
O passaporte, no entanto, é datado de 2007. O filho de Eliza, Bruninho, nasceu apenas em fevereiro de 2010, cerca de quatro meses antes do crime cometido a mando do goleiro Bruno Fernandes.
“Eu me lembro dessa foto, Eliza estava bochechuda por causa da gravidez. Para mim, não faz sentido estar num documento de 2007”, disse a fonte ao veículo.
Outro ponto que causou surpresa foi o fato de o passaporte ter reaparecido tantos anos depois. Segundo relatos, familiares da modelo acreditavam que todos os documentos pessoais dela haviam sido destruídos após o assassinato.
“Parentes da modelo afirmaram que ficaram atônitos ao verem imagens do passaporte, já que, até então, tinham a certeza de que todos os documentos dela haviam sido queimados pelos autores do assassinato (policiais se depararam com o que sobrou deles durante buscas ao corpo, que até hoje não foi encontrado)”, diz o relato.
Até o momento, não foi confirmada a existência de outros itens pessoais de Eliza Samudio encontrados junto ao passaporte.
Relembre o crime
Eliza Samudio desapareceu em junho de 2010, quando tinha 25 anos, depois de ir para Minas Gerais a convite do goleiro Bruno Fernandes de Souza, ex-jogador do Flamengo, com quem teve um filho, Bruninho. investigadores concluíram que ela foi assassinada no sítio ligado ao goleiro. Testemunhas contaram que Eliza foi estrangulada e que o corpo chegou a ser esquartejado e enterrado sob concreto. O corpo nunca foi encontrado.
Em março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e 3 meses de prisão por homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação de cadáver no caso de Eliza Samudio, além de ter passado por regime fechado, semiaberto e prisional.
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