Entretenimento
por Antonio Dilson Neto
Publicado em 15/03/2026, às 12h29
Depois da vitória histórica de Ainda Estou Aqui, dirigido por Walter Salles, o Brasil pode alcançar um feito raro no Oscar. Se vencer novamente na categoria de Melhor Filme Internacional, desta vez com O Agente Secreto, o país repetirá algo que não acontece há 36 anos na premiação.
O longa de Kleber Mendonça Filho disputa a estatueta e pode levar o Brasil ao bicampeonato consecutivo, algo que só ocorreu pela última vez com a Dinamarca, em 1987 e 1988.
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Na época, os vencedores foram A Festa de Babette e Pelle, O Conquistador. Desde então, diferentes países passaram a alternar vitórias na categoria.
Na história da categoria, poucos países repetiram o feito. A Itália lidera esse ranking e conseguiu três sequências de vitórias, com clássicos como A Estrada da Vida, Noites de Cabíria e Oito e Meio.
A França também alcançou três bicampeonatos, com filmes como Meu Tio e Orfeu Negro.
Já a Suécia conseguiu duas vitórias consecutivas no início dos anos 1960 com A Fonte da Donzela e Através de um Espelho.
Antes da criação formal da categoria, o Japão também teve duas vitórias seguidas quando o prêmio ainda era honorário, com O Portão do Inferno e Miyamoto Musashi.
Além de concorrer a Melhor Filme Internacional, O Agente Secreto também aparece em outras categorias importantes, incluindo Melhor Filme, Melhor Elenco e Melhor Ator para Wagner Moura.
Outro brasileiro também aparece entre os indicados: Adolpho Veloso, pelo filme Sonhos de Trem.
Hoje, os países com mais vitórias na história da categoria são a Itália, com 11 estatuetas, seguida pela França, com nove.
Se vencer novamente, o Brasil entrará num clube bem pequeno da história do Oscar.
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