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Paquita revela ser favorita de Marlene Matos: "Era a mais novinha"

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Paquita favorita de Marlene Matos deu detalhes de época com assistente da apresentadora  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes sociais: @marlenemattosoficial
Natane Ramos

por Natane Ramos

Publicado em 24/09/2024, às 15h42



Juliana Baroni, última paquita a entrar na primeira geração do "Xou da Xuxa", revelou ter sido a ex-assistente da apresentadora Xuxa Meneghel favorita da diretora Marlene Mattos. A atriz participou no videocast "Papagaio falante", de Sérgio Mallandro e Renato Rabello, e deu detalhes sobre o passado.

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"Para Marlene, eu já dei muita nota 0 e 10, então, a média é 5", revelou após um internauta questionar a Paquita preferida de Marlene.

Juliana conversou com Sérgio Mallandro e afirmou que achava que era a favorita por ser a mais nova entre as participantes. "Eu era. Porque eu era a mais novinha, você sabe", revelou.

Baroni foi batizada de Catuca no programa e falou sobre sua relação com as outras colegas. "Para Xuxa, eu dou dez, porque eu ainda eu sou fã. A minha turma toda, é tudo nota mil", refletiu.

No entanto, Juliana tirou pontos de Andréa Sorvetão. "Temos que falar o seguinte: a Andréa Sorvetão foi a Paquita mais famosa de todos os tempos. Quando se fala em Paquita, o primeiro nome que vem na cabeça de qualquer pessoa é a Andréa Sorvetão. Só tiro dois pontos dela, por conta das declarações que ele veio dizer, com negócio de homofobia, que eu não achei legal", comentou.

O registro que Juliana falou é um em que o Sorvetão e o marido, o cantor Conrado, afirmando ser um "casal hétero, cristão e tradicional". Na época, Xuxa revelou sua decepção.

"Me decepcionei muito com algumas pessoas há pouco tempo, quando vi que as pessoas estão realmente colocando para fora o que elas eram. Penso assim comigo: ‘eu não quero mais dar nem oi para essa pessoa, não quero mais nem falar com ela’. Então, quando vejo essas pessoas, que eram preconceituosas, mas nunca demonstraram, e hoje estão mostrando que fazem discriminação e são, sim, homofóbicas e são a favor de atrocidades", declarou.

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