Entretenimento
por Andreza Oliveira
Publicado em 12/07/2024, às 15h16
Faltando menos de uma semana para a grande final de A Grande Conquista 2, o participante Felipe Villas foi expulso do reality da Record. Conforme a emissora, o policial não rompeu nenhuma regra do confinamento, entretanto, descumpriu normas militares. Ele não havia sido liberado pela Policia Militar do Espírito Santo para participar do programa.
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Os nove conquisteiros que continuam na disputa receberam a notícia da expulsão na tarde desta sexta-feira (12). Eles suspeitavam que o colega foi chamado pela produção para receber atendimento médico porque estava sangrando e ficaram em choque ao saber da eliminação.
“Atenção, Conquisteiros” o participante Fellipe Villas não faz mais parte do programa. Devido a um processo interno do Batalhão da PM do Espírito Santo, ele teve que deixar A Grande Conquista. Arrumem as malas dele e deixem no closet”, dizia o comunicado, que foi lido por João Haddad.
Logo, os participantes do reality especularam que o Policial foi avisado de que precisava escolher entre manter o emprego e se apresentar imediatamente ao quartel, ou continuar no jogo e ser demitido. Também apontaram que ele havia relatado que tinha até o próximo dia 15 para retornar ao trabalho, o que não é exatamente uma informação verídica.
O que aconteceu?
No mês de março deste ano, ante de ser confinado, Villas solicitou autorização da corporação para fazer parte do elenco do reality, mas não conseguiu por não ter completado dez anos de serviço - ele começou a fazer parte da PM no ano de 2014. Mesmo assim, ele decidiu ingressar na atração.
De acordo com o jornal A Gazeta, ele estava de férias até o dia 14 de maio e deveria ter se apresentado no trabalho no dia seguinte. Logo, sua equipe apresentou laudo psiquiátrico à administração da PM para que ele fosse dispensado por 90 dias a partir de 15 de maio.
Entretanto, como é determinado pela legislação, Villas foi convocado depois de 30 dias para uma avaliação da sua condição mental pela Junta Militar de Saúde. Como ele não compareceu ao exame, por ainda estar na competição, teve seu salário suspenso.
"Em razão da falta injustificada à Junta Militar de Saúde e passado o prazo legal, o soldado Fellipe Pedrosa Leal Villas encontra-se em estado flagrancial do crime de deserção, previsto no Art. 187 do Código Penal Militar", informou a Polícia Militar do Espírito Santo em nota.
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