Entretenimento
por Yuri Pastori e Andreza Oliveira
Publicado em 16/06/2026, às 10h14
O Presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB) e prefeito do município de Andaraí, Wilson Cardoso, abriu o jogo sobre a polêmica envolvendo o cantor Flávio José e o São João da Bahia durante a entrega do Selo de Transparência aos gestores públicos, dos Municípios e do Governo do Estado, nesta terça-feira (16), na sede do MP, em Salvador.
Em conversa com a imprensa, Cardoso explicou que aconteceram reuniões com a equipe do artista e gestores que tinham interesse na contratação. No entanto, o aumento do cachê foi exorbitante e sem justificativas. “Infelizmente ele cobrou o ano passado aqui 250 mil. E esse ano teve um aumento de 40%, 350 mil e não tinha nada que justificasse”, disse.
O Presidente da UPB ainda revelou que em conversa com os empresários, tentou a redução de um valor simbólico, o que foi negado pela equipe. “Liguei para o empresário dele, pedi que ele reduzisse 20 mil, 30 mil, alguma redução para poder demonstrar que, além de ele ser um bom artista, ele também entendeu esse momento que passa nos municípios, que a gente tem que fazer uma festa boa, com o pé no chão, mas também com o cachê justo que os municípios possam pagar”, pontuou acrescentando que a diferença de valores poderia ser destinada à educação e saúde.
Para finalizar, Wilson Cardoso pontuou o valor da economia com determinação do MP-BA com a redução nos gastos com os festejos juninos. “A iniciativa foi boa, mais de 25 milhões de economia para os cofres públicos”, encerrou.
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