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Prisão de Deolane ganha novo capítulo após pedido de anulação e acusação de “incompetência” judicial; saiba detalhes

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Deolane foi presa em maio deste ano sob acusação de lavagemd e dinheiro para o PCC  |   Bnews - Divulgação Reprodução / RecordPlus
Andreza Oliveira

por Andreza Oliveira

Publicado em 01/08/2026, às 14h27 - Atualizado às 14h50



O imbróglio envolvendo a prisão da influenciadora Deolane Bezerra ganhou novos desdobramentos nos últimos dias. De acordo com a coluna Fábia Oliveira, a defesa da loira apresentou um novo pedido de liberdade alegando que o caso é de competência da Justiça Federal. A advogada foi presa no mês de maio. 


Em uma petição datada em 15 de julho, a defesa da famosa alegou que a  Justiça Estadual de São Paulo não tem competência para avaliar e julgar as acusações contra a cliente, apontada por lavar dinheiro para o PCC (Primeiro Comando da Capital). 

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Os advogados de Deolane Bezerra dizem que a investigação apontou que existe uma organização criminosa transnacional, citou a atuação de pessoas presas em um presídio federal, assim como apontou documentos que destacam uma suposta lavagem de dinheiro internacional. 


A defesa ainda sustenta que, diante da tese de  incompetência, todas as decisões no âmbito da Operação Vérnix devem ser anuladas. Isso implica na anulação da prisão, das buscas e apreensões e da própria denúncia. 


Como fato principal, o documento solicitou o reconhecimento de incompetência da Justiça do Estado e a remessa dos autos à Justiça do país. 

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Ainda conforme a coluna, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) já se pronunciou sobre a  “exceção de incompetência” da loira. O órgão rebateu os argumentos apresentados e confirmou a competência da Justiça Estadual. 


O promotor do Gaeco afirmou que a existência de documentos citados pela defesa, o envolvimento de detentos de um presídio federal e a atuação de uma organização criminosa internacional não justificam a transferência de competência do processo. 


O MPSP ainda pediu que o pleito da defesa da viúva de MC Kevin seja negado e que a situação continue sendo conduzida pela Justiça paulista. Na sequência, os autos serão julgados pelo juiz competente e cabe ao magistrado definir o futuro do imbróglio. 

Classificação Indicativa: Livre

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