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Público em show de Caetano e Bethânia debocha de prisão de Braga Netto e faz coro contra anistia; veja vídeo

Divulgação / Marcelo Camargo / Agência Brasil
Prisão de Braga Netto foi realizada pela Polícia Federal, neste sábado (14), na investigação do inquérito de tentativa de golpe de estado  |   Bnews - Divulgação Divulgação / Marcelo Camargo / Agência Brasil
Tiago Di Araújo

por Tiago Di Araújo

tiago@bnews.com.br

Publicado em 15/12/2024, às 08h02



A prisão do general Braga Netto, ex-ministro e ex-vice de Jair Bolsonaro na chapa de 2022, se tornou um dos assuntos principais dos noticiários neste sábado (14). Mas, o caso não se limitou às notícias e se estendeu em manifestações nas redes sociais e também públicas, como aconteceu durante um show de Caetano Veloso e Maria Bethânia, realizado em São Paulo.

Em diversos momentos da apresentação, que faz parte da turnê nacional dos irmãos baianos, o público fez um coro de "sem anistia", ou seja, para que o Governo não conceda perdão para o general apontado pela Polícia Federal como um dos envolvidos no inquérito do golpe, na qual houve a tentativa de derrubar o estado democrático de direito.

Logo após a prisão, ministros de Lula também se posicionaram contra a anistia. O ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Paulo Pimenta (PT), disse que todos os suspeitos no plano para dar um golpe de estado precisam ser “investigados, julgados e responsabilizados por atentarem contra a nossa democracia!”.

Quem também nas redes sociais, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, comentou o fato afirmando que não haverá anistia. “Crimes contra o Estado Democrático de Direito não serão tolerados”. “O manifesto apresentado no Pleno do Conselhão na última quinta-feira reafirma: proteger o Brasil exige compromisso com a Justiça e a defesa intransigente da democracia”, acrescentou.

Outra ministra que também comentou foi a da Igualdade Racial, Anielle Franco. No post, ela lembrou da época em que Braga Netto era interventor da Segurança Pública no Rio de Janeiro e dos embates do militar com a sua irmã, Marielle Franco. “Em 2018, Marielle se levantava contra a intervenção no Rio e seu interventor General Braga Netto. Buscando a defesa da vida e proteção da democracia”, escreveu.

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