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Scheila Carvalho se manifesta após ser criticada por mãe trabalhar aos 84 anos: "Doente"

Foto: Reprodução / redes sociais
Mãe de Scheila Carvalho, Eunice Ladeira, perdeu carrinho de churros devido a enchentes em Juiz de Fora  |   Bnews - Divulgação Foto: Reprodução / redes sociais
Natane Ramos

por Natane Ramos

Publicado em 27/02/2026, às 17h28



A dançarina Scheila Carvalho se manifestou nas redes sociais nesta sexta-feira (27) após sofrer críticas nas redes sociais por "deixar" a mãe, Eunice Ladeira, trabalhar aos 84 anos.

As críticas começaram após Scheila revelar que a sua mãe perdeu o carrinho de churros devido às fortes chuvas em Juiz de Fora, em Minas Gerais. A dançarina decidiu se defender dos comentários. "Quis compartilhar a realidade das enchentes lá na minha cidade natal, tranquilizar as pessoas sobre minha família, pedir ajuda – esse era o foco. Acabei falando que a barraca de churros da minha mãe ficou submersa pelas águas e, sinceramente, eu fiquei surpresa com alguns comentários", relatou.

"As pessoas começaram a questionar o fato de minha mãe ainda trabalhar, dizendo que isso é um absurdo, porque eu sou rica, sou milionária, mas talvez o que esteja faltando hoje seja entender que trabalho nem sempre é sobre necessidade", comentou.

Scheila explicou o motivo da sua mãe ainda trabalhar. "É sobre propósito, autonomia, alegria de viver. Minha mãe, ela trabalha com churros até hoje porque ama o que faz. É onde ela conversa, se distrai, se sente útil, independente, viva. Quantas vezes já falei para ela: ‘Mãe, você não precisa disso’. Já chamei para vir morar comigo várias vezes, para ela vir passar uns dias aqui em casa", declarou.

A famosa disse que já chegou a fazer chantagem emocional para que a mãe fosse para a Bahia. "Ela é enraizada, ama estar lá. Nem viajar de férias ela aceita, porque tem medo de avião, ela tem medo de navio. Nunca viaja com a gente de férias. Por isso que vocês veem mais a minha sogra viajar sempre com a gente", explicou.

"Como é que diante de tanta tragédia que atinge tanta gente, ainda existe julgamento mais do que empatia? O mundo anda mesmo doente, quando as pessoas preferem atacar do que compreender. A verdade é que, no meio de tanta água, o que a gente mais precisa é resgatar a humanidade", concluiu.

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