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A advogada Larissa Ferrari, que acusa o jogador francês Dimitri Payet, do Vasco, de agressões físicas e psicológicas, apareceu aos prantos nas redes sociais nesta quinta-feira (10), e desabafou sobre o relacionamento que manteve com o atleta. Em meio ao choro, ela contou que era constantemente humilhada e punida pelo jogador sempre que ele sentia ciúmes. As informações são do portal Extra.
"Por vezes quando eu choro e apareço aqui falando de culpa, é porque eu me culpo. Por que me permiti ficar num relacionamento assim por tanto tempo? Por que fingi que nada acontecia? Por que acreditava que não merecia ser amada, que merecia ser punida e humilhada? Me dói, me envergonha. Eu precisava tirar isso de dentro de mim. Não entendo por que me coloquei numa situação tão degradante e permaneci", disse Larissa.
A advogada também apresentou imagens dos hematomas que teria sofrido durante as agressões. Ela fez exame de corpo de delito no Paraná, onde prestou queixa formal contra Payet. As fotos mostram marcas roxas nas pernas, braços e bumbum.
Segundo Larissa, o jogador utilizava a violência e a humilhação como forma de controle.
"Algumas marcas na parte de baixo do meu corpo, por exemplo, na panturrilha e tornozelo, eram porque ele pisava. Ele pisou no meu rosto, cabeça e pernas. Ele sentia prazer em fazer isso. No bumbum, era durante esses momentos sexuais", contou.
Em um dos trechos mais fortes do relato, a advogada detalhou situações degradantes às quais afirma ter sido submetida.
"Ele me pedia para beber minha própria urina, me sujar, lamber o chão, lamber o vaso. É difícil falar e ver esses vídeos. Cheguei a beber água do vaso, eu não consigo acreditar, quando falo disso, não gosto nem de olhar para a câmera porque não consigo nem acreditar que fiz", disse.
O jogador Dimitri Payet ainda não se pronunciou publicamente sobre as acusações.
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