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Arthur Borges, viúvo do influenciador Carlos Filhar, falou pela primeira vez após a morte do companheiro, confirmada no último dia 7 de abril, e comentou a relação dos dois, o luto e as críticas que vem recebendo nas redes sociais. As informações são da coluna Fábia Oliveira, do portal Metrópoles.
Em meio à repercussão de uma carta de despedida deixada por Carlos, Arthur negou que o casal estivesse separado. “Eu e o Carlos não terminamos. A gente teve uma briga, uma discussão de casal como qualquer casal tem. Já estávamos bem e até combinamos de fazer uma live juntos para comunicar os nossos fãs”, disse.
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Ele também relembrou o início do relacionamento, marcado por intensidade e desafios, incluindo episódios de traição de ambos os lados:
“Eu tinha apenas 15 anos quando conheci o Carlos. Era jovem demais para entender a intensidade de um sentimento que, desde o início, já parecia maior que nós dois. [...] Eu enfrentei traição, tentei reconstruir, também falhei, mas, acima de tudo, senti tudo de forma real”, declarou.
Arthur ainda revelou como soube da morte do influenciador e afirmou ter enfrentado momentos de tensão logo após a confirmação. “Eu descobri através da postagem dele no Instagram… quando vi, fiquei desesperado e fui correndo até o hotel, mas tudo já tinha acontecido”, relatou.
Segundo ele, também passou a receber ameaças. “Naquele momento, eu estava recebendo ligações e ameaças da família dele, todos me culpando”, completou.
O jovem contou que foi impedido de se despedir do companheiro. “Fui informado pela família dele sob ameaças”, afirmou, ao comentar a ausência no velório.
Ataques na web
Sobre os ataques nas redes sociais, Arthur disse que sempre lidou com críticas, principalmente por conta da diferença de idade entre os dois, mas destacou que o impacto era maior em Carlos:
“Ele já tratava a depressão e era extremamente ansioso. Quando eu o conheci, já sabia sobre o problema”, disse.
Ao falar sobre o último contato entre eles, Arthur revelou uma mensagem enviada pouco antes da morte. “Às 12h29 ele só me disse: ‘O dengo vai comigo’.” Segundo ele, “Dengo é uma pelúcia que fez parte da nossa história”.
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Mesmo diante das acusações, o viúvo afirmou que prefere viver o luto em silêncio. “Eu sei do meu sentimento por ele. Eu o amava, e muito. Eu continuo o amando. Eu prefiro não rebater os comentários de ataques, pois sei que o tempo vai mostrar a verdade”, pontuou.
Por fim, Arthur ressaltou que o relacionamento foi marcado por momentos positivos, apesar das dificuldades. “Eu nunca fui a dor dele. Se em algum momento eu pude ser, eu fui o sorriso”, concluiu.
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