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Algoz do Brasil, goleiro histórico anuncia aposentadoria após a Copa do Mundo; saiba mais

Tânia Rego / Agência Brasil
Na expectativa de vivenciar a sua sexta Copa do Mundo na carreira, o goleiro anunciou que esta será a sua última participação  |   Bnews - Divulgação Tânia Rego / Agência Brasil
Leonardo Oliveira

por Leonardo Oliveira

Publicado em 01/05/2026, às 10h27



Na expectativa de vivenciar a sua sexta Copa do Mundo na carreira, o goleiro mexicano Guillermo Ochoa anunciou que esta será a sua última participação nos gramados. Aos 40 anos de idade, o ídolo do México afirmou que vai pendurar as chuteiras depois do Mundial.

Em publicação nas redes sociais, Ochoa confirmou a sua aposentadoria e, em entrevista ao canal TUDN, do México, relatou que a decisão já está tomada, além de se mostrar satisfeito com a história construída no futebol.

“Se aposentar sem dúvida é difícil, mas no meu caso não será tão complicado porque aproveitei isso por muitos anos, por muito tempo. Chega um momento em que sua mente e seu corpo dizem: ‘você já deu tudo’ e você sai em paz. E esse será o meu caso”, contou o atleta. 

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Ochoa tem uma história marcante e de longevidade.  Atualmente jogando no AEL Limassol, do Chipre o lendário goleiro iniciou a carreira em 2003, defendendo o Club América do México e passou por equipes como Ajaccio, Málaga, Granada, Standard Liège, Salernitana e AVS. 

Sua grande reputação foi construída sobretudo na seleção do México onde atuou e fez grandes defesas nas Copas do Mundo de 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022. Caso participe do próximo torneio, se tornará o recordista de participações da competição juntamente com Cristiano Ronaldo e Lionel Messi. Sobre sua participação em mundiais, o goleiro destacou sua atuação contra o Brasil, em 2014.

“Acho que foi na Copa do Mundo de 2014, no Brasil (a atuação que consolidou a fama internacional). O jogo da fase de grupos contra o Brasil, aquela atuação. Talvez já me conhecessem um pouco antes da Copa, mas foi um ponto de virada. Imagina, fazer aquilo no Brasil, contra o Brasil, na Copa do Mundo, com todo mundo assistindo. Como terminou 0 a 0, foi como se eu tivesse ganhado. Porque imagine se eu tivesse feito a mesma partida, mas no final um atacante tivesse marcado, todo mundo estaria falando do atacante ou do cara que fez o gol. Mas como foi 0 a 0 e eu fui o melhor em campo, todo mundo falou de mim. Foi um ponto de virada, mudou a minha vida”, contou em entrevista à revista francesa So Foot.

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