Esporte
O presidente da Associação Uruguaia de Futebol, Ignacio Alonso, está acionando, junto à Conmebol, a proibição de botafoguenses no jogo de volta da semifinal da Libertadores, contra o Peñarol, nesta quarta-feira (30), no Estádio Campeón Del Siglo, em Montevidéu.
O jogo de ida ficou marcado pela briga generalizada entre torcedores do Peñarol e policiais na Zona Oeste do Rio, horas antes do confronto. Os uruguaios assaltaram pedestres e comerciantes e quebraram mesas e cadeiras de quiosques, além de incendiar motos. A polícia utilizou bombas de efeito moral para tentar conter a confusão.
"Nacho Alonso está próximo de todos, chamando autoridades da Conmebol, para que não aconteça mais, sabendo que é muito difícil. Tudo isso é porque o Brasil é muito importante por tudo que arrasta na economia, o que os clubes brasileiros geram. Tampouco é fácil para a Conmebol cortar dos quadros algo que deixa muito dinheiro para a federação. Estamos pressionando para que haja alguma medida. Temos que parar de alguma forma, não acontece só com o Peñarol, mas com o Nacional, com clubes argentinos, sobretudo no Rio de Janeiro com a polícia". pontuou Carlos Manta, à rádio uruguaia Carve Deportiva.
O Botafogo aplicou uma goleada contra o Peñarol por 5 a 0 na partida de ida da semifinal da Libertadores. Com isso, o alvinegro pode até perder por quatro gols de diferença para se classificar à decisão da Libertadores.
´´O que está fazendo Nacho Alonso neste momento, assim como o Peñarol, que está muito preocupado, é que o primeiro passo seja que não se permita torcida visitante quarta no Campeón Del Siglo. Está se fazendo todo o possível. Tememos muito. Sabemos tudo que viveu muita gente inocente do Peñarol no Rio de Janeiro. É algo difícil. Por mais que aqui as autoridades possam dar garantia, não sei até que ponto ´´, acrescentou Carlos.
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