Esporte

Atacante ex-Bahia é defendido por Renato Gaúcho após perder pênalti: "O goleiro foi mais feliz”

Divulgação/Fluminense F.C./Flickr
Durante coletiva após jogo do Fluminense, Renato Gaúcho saiu em defesa de atacante ex-Bahia  |   Bnews - Divulgação Divulgação/Fluminense F.C./Flickr
Douglas Santana

por Douglas Santana

douglas.santana@bnews.com.br

Publicado em 15/05/2025, às 19h44



Responsável por desperdiçar um pênalti a favor do Fluminense, na vitória tricolor por 2 a 0 sobre o Unión Española, na Copa Sul-americana, o atacante Everaldo foi bastante criticado pela torcida. No entanto, o treinador Renato Gaúcho saiu em defesa do jogador ex-Bahia.

O reforço do Fluminense para o ataque, e que vem substituindo o titular Cano, que está machucado, Everaldo perdeu um pênalti ainda no primeiro tempo. Na ocasão, o centroavante ex-Bahia ainda desperdiçou o rebote dado pelo goleiro uruguaio Franco Torgnascioli.

🎥 Relembre o lance:

“Não adianta muitas vezes eu falar para fulano bater o pênalti e como eu falei, daqui a pouco, ele não está naquele dia, não está com aquela confiança necessária pra bater. Mas como ele é o batedor, ele vai lá, pode bater e fazer, como ele pode errar. Então no momento que o jogador se sente seguro, com confiança lá dentro do campo, entre esses três, quatro, eles tomam a decisão entre eles. O cara vai lá e bate. Eles treinam todos os dias”, inicia Renato.

Não foi o primeiro jogador que errou o pênalti. Não vai ser o último. Acontece, ele não errou de propósito. Ele tentou fazer, infelizmente o goleiro foi mais feliz do que ele”, completou o técnico do Fluminense.

‼️ Perseguição a Everaldo?!

Everaldo durante o jogo do Fluminense, pela Copa Sul-americana

Everaldo durante o jogo do Fluminense, pela Copa Sul-americana - Foto: Divulgação/Fluminense F.C./Flickr

Em um dos questionamentos feitos pela imprensa presente na coletiva do treinador da equipe carioca, Renato citou Everaldo como um dos jogadores que estão sendo “perseguidos” pelo torcedor. Ele ainda destacou o papel dele de passar tranquilidade aos atletas em meio a pressão externa das arquibancadas.

[...] Eu não posso toda vez que um jogador é perseguido pela torcida, vaiado, mudar, trocar. Aí é que entra o treinador, a experiência do treinador. Tem que passar confiança para o cara voltar a jogar, para ele continuar nos ajudando. Às vezes o torcedor pega no pé de um, no outro jogo pega no pé de outro. Se eu sair tirando, aí vai ficar difícil. O próprio Everaldo, no jogo contra o Sport, ele estava sendo vaiado, foi lá e fez o gol da vitória”, finaliza.

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