Esporte
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) concluiu as negociações com os jogadores da Seleção Brasileira e definiu o modelo de divisão da premiação referente à Copa do Mundo de 2026. O acordo foi fechado após duas rodadas de reuniões realizadas antes do embarque da delegação para os Estados Unidos, uma delas na Granja Comary, em Teresópolis, e a outra no Rio de Janeiro.
Participaram das conversas alguns dos principais líderes do elenco, entre eles Neymar, Casemiro, Danilo, Alisson Becker e Raphinha. O capitão Marquinhos não esteve presente na reunião final, já que permanecia na Europa para a disputa da final da Liga dos Campeões.
O formato adotado pela CBF segue o mesmo princípio utilizado em edições anteriores da Copa do Mundo. A Fifa repassa à entidade uma premiação de acordo com a campanha da seleção no torneio, e parte desse valor é destinada à delegação. Pelo acordo firmado para 2026, 70% da quantia reservada ao grupo será distribuída entre os jogadores, enquanto os outros 30% ficarão com integrantes da comissão técnica e demais membros do estafe.
Em caso de conquista do tão sonhado hexacampeonato, a Fifa pagará US$ 50 milhões (cerca de R$ 251 milhões na cotação atual) à CBF. O valor, porém, não é integralmente repassado à delegação. Os percentuais variam conforme a fase alcançada pela equipe e seguem critérios previamente estabelecidos entre a entidade e os representantes do elenco.
Nos bastidores da Seleção, os cálculos indicam que cada jogador poderá receber aproximadamente US$ 1 milhão, cerca de R$ 5,2 milhões, caso o Brasil levante a taça em 2026. A projeção é semelhante à que havia sido discutida para os Mundiais de 2018 e 2022 e representa uma das maiores premiações individuais já previstas para atletas da equipe nacional.
O acordo também prevê pagamentos escalonados ao longo da competição. A delegação passa a ter direito a uma parcela da premiação já pela participação na fase de grupos, com os valores aumentando gradualmente a cada etapa superada. Segundo informações divulgadas pelo UOL, a delegação teria direito a cerca de 60% do valor referente à participação na primeira fase e pouco mais de 50% das cotas pagas pela Fifa em caso de eliminação nas oitavas de final, sempre respeitando a divisão posterior entre jogadores, comissão técnica e estafe.
A Copa do Mundo de 2026 contá com um modelo inédito, reunindo 48 seleções e sendo disputada nos Estados Unidos, México e Canadá. Para esta edição, a Fifa reservou uma premiação recorde de US$ 655 milhões (aproximadamente R$ 3,2 bilhões) para os participantes. Apenas pela presença na fase de grupos, cada seleção já tem garantido um valor mínimo de US$ 9 milhões, o equivalente a cerca de R$ 45 milhões.
No próximo sábado (13), o Brasil iniciará sua caminhada rumo ao hexacampeonato diante do Marrocos.
O BNews terá uma cobertura exclusiva na Copa do Mundo. Com reportagem nos países-sede, as redes sociais e o site contam com material exclusivo para o maior torneio de futebol do planeta. O Arena Futebol World vai trazer curiosidades, boletins e informações com exclusividade, motrando os bastidores da busca pela sexta estrela do futebol brasileiro.
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