Esporte

Cartão amarelo suspeito: STJD analisa denúncia contra Bruno Henrique por fraude esportiva; veja prazo

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Procuradoria do STJD analisa denúncia contra Bruno Henrique por suposta manipulação de jogo e fraude em apostas  |   Bnews - Divulgação Gilvan de Souza / CRF
Cauan Borges

por Cauan Borges

cauan.borges@bnews.com.br

Publicado em 10/06/2025, às 13h15 - Atualizado às 13h31



A Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) foi intimada no último sábado (8) e agora tem até 60 dias para decidir se apresentará denúncia contra o atacante Bruno Henrique, do Flamengo. Ele é investigado por supostamente forçar um cartão amarelo em 2023, o que teria beneficiado apostadores de casas esportivas.

O inquérito foi concluído recentemente, e o jogador prestou depoimento ao STJD no dia 29 de maio. Outras testemunhas também foram ouvidas no fim do mês. Como não houve pedido de suspensão preventiva, Bruno Henrique segue liberado para atuar pelo clube.

Responsável pelo caso, o procurador Eduardo Ximenes irá avaliar se há elementos suficientes para formalizar a acusação ou se o caso será arquivado. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo.

Bruno Henrique foi indiciado com base no artigo 200 da Lei Geral do Esporte, que trata de fraudes em competições esportivas, além de estelionato. As penas previstas variam de dois a seis anos de prisão para o crime esportivo e de um a cinco anos para estelionato.

Além do atacante, outras pessoas próximas a ele também foram indiciadas: o irmão Wander Nunes Pinto Júnior; a esposa de Wander, Ludymilla Araújo Lima; e a prima do jogador, Poliana Ester Nunes Cardoso. Segundo as investigações, os três realizaram apostas relacionadas ao caso.

A apuração identificou ainda um segundo grupo de apostadores, formado por amigos de Wander: Claudinei Vitor Mosquete Bassan, Rafaela Cristina Elias Bassan, Henrique Mosquete do Nascimento, Andryl Sales Nascimento dos Reis, Max Evangelista Amorim e Douglas Ribeiro Pina Barcelos.

Bruno Henrique também pode ser denunciado na Justiça Comum. Ele foi indiciado pela Polícia Federal em abril, e o inquérito foi encaminhado ao Ministério Público do Distrito Federal, que ainda decidirá se oferece denúncia. A defesa do jogador solicitou o arquivamento do caso, pedido que está em análise pelo MP.

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