Esporte

Contra a Conmebol, Leila Pereira sugere troca drástica aos times brasileiros: "Só assim vão respeitar"

Cesar Greco/Palmeiras
Após episódio de racismo envolvendo jogador do Palmeiras, Leila Pereira sugere troca drástica contra a Conmebol  |   Bnews - Divulgação Cesar Greco/Palmeiras
Douglas Santana

por Douglas Santana

douglas.santana@bnews.com.br

Publicado em 10/03/2025, às 22h17



A presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras, Leila Pereira, sugeriu uma mudança drástica no futebol brasileiro após os recentes episódios envolvendo casos de racismo em competições da Conmebol. Vale lembrar, que na última semana, o atacante Luighi foi hostilizado durante a Libertadores sub-20.

Momentos antes do jogo entre Palmeiras x São Paulo, válido pela semifinal do Paulistão 2025, a dirigente do Porco voltou a criticar a Conmebol e sugeriu que os times brasileiros trocassem a entidade pela Federação da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf).

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Já que a Conmebol não consegue coibir esse tipo de crime [racismo], não consegue tratar os brasileiros com o tamanho que os clubes representam à Conmebol, por que não pensar em nos filiarmos à Concacaf? Só assim vão respeitar o futebol brasileiro. É uma coisa a se pensar”, disse Leila, em entrevista à TNT Sports, no Allianz Arena.

🎥 Assista:

Envolvido no caso de racismo, o Cerro Porteño recebeu uma punição considerada “branda” pela Conmebol. O clube paraguaio recebeu uma multa no valor de 50 mil dólares (cerca de R$ 288 mil) a serem pagos no prazo de 30 dias a partir da notificação. Além disso, o Cerro também foi impedido de ter a presença de torcedores em duelos da Libertadores sub-20.

Ainda na entrevista, Leila prometeu que vai levar essa ideia na próxima quarta-feira (12), quando haverá uma reunião de clubes na sede da CBF, no Rio de Janeiro.

Tenho uma reunião quarta-feira na CBF, vou conversar com os clubes brasileiros que vão estar lá e com o Ednaldo [presidente da CBF]. É uma semente a se plantar. Se não somos respeitados aqui na América do Sul, por que não ir à Concacaf? Com certeza, financeiramente seria melhor para os clubes brasileiros. Poderíamos pensar seriamente sobre isso”, projeta.

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