Esporte
O Corinthians afastou nesta semana o gerente de arrecadação da Neo Química Arena, Lúcio Blanco, acusado de assédio moral contra uma funcionária. A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as denúncias.
O portal Uol teve acesso ao inquérito que investiga a denúncia de "violência psicológica contra a mulher" supostamente praticada pelo gerente. Gabriela Rosa Torres, coordenadora de atendimento da Arena, fez boletim de ocorrência e relatou uma série de eventos, que tiveram início em 2024.
Gabriela contou à polícia que sofreu humilhações diante de colegas de trabalho. Em um dos episódios, Lucio teria obrigado Gabriela a liberar 57 pessoas sem ingresso ao camarote "Fielzone". Ao discordar, ela foi tratada "de forma agressiva, com gritos e insultos". A funcionária disse que ficou abalada e teve que tirar licença por saúde após o incidente.
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O boletim de ocorrência afirma ainda que Gabriela também resolveu denunciar o assédio aos órgãos internos do Corinthians. Uma sindicância foi instaurada para apurar os fatos, após a funcionária procurar os órgãos internos de denúncia, mas o caso "estagnou" quando chegou ao conhecimento do RH.
Confira a nota do Corinthians:
O Sport Club Corinthians Paulista informa por meio de seu presidente em exercício, Osmar Stabile, que tomou conhecimento do caso, afastou o funcionário de suas atribuições nesta sexta-feira (6) e instaurará procedimento investigatório interno para a apuração minuciosa dos fatos.
Se comprovados, comportamentos semelhantes de quaisquer colaboradores do Corinthians não serão tolerados pela atual gestão.
O clube investiga, ainda, quais os canais de amparo aos funcionários foram acionados e os motivos pelos quais as denúncias do referente caso não foram levadas adiante.
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