Esporte

Corinthians toma medida para abater dívida do estádio; confira qual

José Manoel Idalgo/ Agência Corinthians
Alvinegro paulista apresentou a medida para a instituição representante pela dívida do estádio e aguarda o futuro para pensar na próxima estratégia  |   Bnews - Divulgação José Manoel Idalgo/ Agência Corinthians
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 01/12/2025, às 18h02



O Corinthians apresentou, nesta segunda-feira (1), o acordo para a Caixa Econômica Federal para abater e quitar a dívida de R$ 670 milhões que tem com o banco, podendo mudar os direitos de nomes da arena (naming rights) da empresa farmacêutica, Neo Química.

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A saída da atual patrocinadora seria viabilizada pela diminuição da multa no contrato entre o Timão e a farmacêutica, que está prevista em contrato e entrou em vigor a partir do último setembro. De acordo com o Lance, entre as ofertas feitas pelo Corinthians para a Caixa, está a possibilidade de ceder os direitos de nome por uma década em troca de zerar o valor atual da dívida.

Atualmente, o acordo do alvinegro com a atual patrocinadora, assinado em 2020, é de R$300 milhões válido por 20 anos. A brecha no contrato entre as partes previa que, no último setembro, o valor da multa cairia para R$ 50 milhões, o que facilitaria o pagamento e a troca de patrocinador.

A diretoria do clube paulista acha que não é possível pagar o valor com a Caixa. O motivo principal é o valor da taxa selic, que está em torno de 15%, além da troca do pagamento pelo patrocínio ser um fator benéfico tanto para a Caixa, quanto para o Corinthians.

O banco seria a única empresa a disputar os direitos de explorar o nome da arena sem precisar pagar um alto valor para estampar a marca. A proposta foi colocada na mesa da Caixa Econômica Federal, que pensa sobre o assunto e não existe uma previsão de conclusão das negociações.

O Corinthians busca finalizar as negociações com a Caixa ou qualquer outra empresa interessada em 2026, para o valor do novo contrato ter um efeito imediato. Mas diferente do que seria com uma empresa privada, as tratativas esbarram na burocracia que pode atrasar as etapas de análise e negociação com o banco estatal.

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