Esporte

Crítico do Grupo City no Bahia, Textor pode ter time rebaixado por fair play financeiro; entenda

Vitor Silva/Botafogo
Por problemas com fair play financeiro, Textor pode ter time rebaixado na França  |   Bnews - Divulgação Vitor Silva/Botafogo
Douglas Santana

por Douglas Santana

douglas.santana@bnews.com.br

Publicado em 22/08/2024, às 20h23



“Parece que o feitiço virou contra o feiticeiro”, como diria o ditado popular. Crítico do Bahia, que tem a SAF administrada pelo Grupo City, empresário John Textor corre risco de ter um dos seus times punido por fair play financeiro. Trata-se do Lyon, da França, que se complicou nesta temporada.

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Segundo informações do jornal francês ‘L'Équipe’, o Lyon não passou na avaliação da Direção Nacional do Controle de Gestão (DNCG), que fiscaliza as finanças dos clubes.

Na França, a punição para casos de inadimplência é o rebaixamento automatico. A solução do clube de Textor é gerar 100 milhões de euros em receitas com negociações de jogadores.

O Brasil trouxe o dinheiro do petróleo para casa. Se não fizermos nada, se não criarmos um teto salarial, o Bahia vai ganhar todos os campeonatos por 20 anos consecutivos", afirmou Textor, após o Bahia realizar a contratação milionária do atacante Lucho Rodriguez.

Para arrecadar os 100 milhões de euros, Textor colocou todo elenco do Lyon à venda. Alguns atletas já estão se despedindo do time francês, indo inclusive para o Botafogo, que tem a SAF administrada por Textor. Até o momento, o clube da França arrecadou 25 milhões de euros.

O prazo para evitar a punição grave é até dia 30 de agosto, quando encerra a segunda janela de transferências no futebol francês.

🎥  Assista abaixo o programa 071 Sport, com Zé Carlos:

Classificação Indicativa: Livre

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