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Demitido? Entenda situação de Rogério Ceni no comando do Bahia após eliminação na Libertadores e pré-decisão no Baianão

Rafael Rodrigues / EC Bahia
Apesar da eliminação precoce na Libertadores, Bahia mantém Rogério Ceni no comando técnico e não altera planejamento  |   Bnews - Divulgação Rafael Rodrigues / EC Bahia
Cauan Borges

por Cauan Borges

cauan.borges@bnews.com.br

Publicado em 28/02/2026, às 11h47



A eliminação do Esporte Clube Bahia na fase preliminar da Libertadores não provocou mudanças no comando técnico da equipe tricolor. Rogério Ceni permanece no cargo e segue respaldado pela diretoria, apesar da queda diante do O’Higgins, definida nos pênaltis na última quarta-feira (25), segundo informações do jornalista Elton Serra, da ESPN Brasil.

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Com contrato válido até o fim de 2027, o treinador não teve a permanência colocada em debate pela cúpula do clube, controlado e administrado pelo Grupo Ciy, após o revés continental entendido como 'vexatório' pela torcida. A avaliação interna é de que o planejamento da temporada não será alterado neste momento.

Fora da Libertadores e também sem vaga na Copa Sul-Americana, o Bahia passa a direcionar suas atenções exclusivamente às competições nacionais. O primeiro compromisso após a eliminação ocorre neste sábado (28), às 17h, na Arena Fonte Nova, contra a Juazeirense, em confronto único pela semifinal do Campeonato Baiano de 2026.

Em entrevista coletiva após a queda, Rogério reconheceu o impacto esportivo e financeiro da ausência em torneios internacionais e classificou o momento como o mais delicado sob o ponto de vista psicológico desde sua chegada ao clube. Segundo Ceni, a frustração não pode ser revertida de forma imediata e a reconstrução da confiança dependerá de resultados ao longo da temporada.

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Rogério Ceni em entrevista coletiva após eliminação na Copa Libertadores - Foto: Leticia Martins / ECB

O treinador afirmou que a perda do calendário internacional representa prejuízo significativo e destacou que a resposta à cobrança externa deverá ser dada dentro de campo, com desempenho e vitórias nas próximas competições.

“É um prejuízo gigantesco não ter calendário internacional. Demora para reverter uma situação dessas. Você constrói um ano inteiro e perde tudo em 90 minutos. É, talvez, o momento psicologicamente mais difícil desde que chegamos aqui. Agora é viver dia após dia, buscar resultados e força mental. Não existe resposta imediata para uma frustração como essa. Nada hoje é satisfatório. Só o tempo e os resultados podem mudar o sentimento do torcedor”, afirmou.

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