Esporte
Após encerrar sua participação nas Olimpíadas de Paris, a ginasta Flávia Saraiva concedeu entrevista coletiva na manhã deste domingo (04), na capital francesa. Em resposta ao BNews, a atleta falou sobre o legado que a ginástica artística deixa para firmar o Brasil como um país de vários esportes.
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"A gente sabe o quão grande os esportes olímpicos se tornaram no Brasil. Eu, como atleta do Flamengo, vi crescendo os esportes olímpicos lá dentro. Eu tenho noção, mas eu não levo como uma responsabilidade. Eu levo como um trabalho muito bem feito, porque não foi só eu ou só as meninas da ginástica que fizemos isso pelo nosso país. Foram os treinadores, foi a equipe interdisciplinar que trabalhou junto com a gente, porque a gente não chegou lá sozinha", disse.
A ginasta seguiu falando sobre o trabalho coletivo para posicionar a ginástica artística brasileira no radar do esporte mundial, citando outras modalidades que merecem atenção além do futebol.
"Todo mundo que trabalhou com a gente, todas essas pessoas contribuíram para que o Brasil não se tornasse um país de um esporte só, mas se tornasse um país de vários esportes. Que a gente não vire referência somente no futebol, que a gente vire referência na ginástica, na natação, na canoagem, no judô, porque é isso que a gente quer, a gente quer levar o Brasil pro mundo"
Por fim, Flavinha salientou a importância de representar o Brasil.
"Eu sempre falo: eu amo representar o meu país, eu amo vestir essa bandeira, eu amo estar lá competindo, ouvir o hino nacional. Ver todos os atletas possíveis ganharem suas medalhas. Então, a gente poder levar o nome do nosso país cada vez mais para frente, isso é muito importante"
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