Esporte
por Leonardo Oliveira
Publicado em 29/08/2025, às 13h58 - Atualizado às 14h27
A REAG Investimentos está no centro de investigação da Operação Carbono Oculto da Polícia Federal por suposto envolvimento com atividades financeiras ilícitas ligadas ao PCC. A empresa pertence à João Carlos Mansur, membro do Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) do Palmeiras, possui vários negócios no mercado do futebol.
O empresário foi peça importante no Palmeiras, atuando junto com a WTorre, sendo responsável por liderar e viabilizar a construção do Allianz Parque, de acordo com informações que constam no perfil do LinkedIn dele.
Além disso, de acordo com a reportagem do UOL, Mansur atua como conselheiro do clube, com cadeira no Conselho Deliberativo e no COF. Ele possui influência nas decisões administrativas e financeiras e é próximo da presidente Leila Pereira, com forte nome na sucessão da presidência do clube.
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A REAG ainda esteve envolvida na negociação da SAF do Juventus da Mooca. A aquisição tem previsão de investimento de R$ 500 milhões, juntamente com a Contea Capital. Outra relação é com a Arena Fundo FII, responsável pela contabilidade do estádio do Corinthians, a Neo Química Arena.
A reportagem do UOL também mostra que a REVEE, empresa parceira no projeto do Canindé, estádio da Portuguesa, foi fundada pelo empresário. Essa mesma empresa está ligada à administração e revitalização da Fonte Luminosa, estádio em Araraquara, interior de São Paulo.
Mansur possui mais de 35 anos de experiência em áreas como auditoria, gestão financeira e planejamento estratégico. O empresário estruturou mais de 200 fundos de investimento além de participar de inúmeros projetos imobiliários.
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