Esporte

EUA suspeitam que ex-atleta olímpico que virou chefão do tráfico esteja sendo acobertado por cartel de drogas; entenda

Divulgação/FBI
Ex-atleta é acusado de supervisionar o transporte de cocaína da Colômbia para o Canadá  |   Bnews - Divulgação Divulgação/FBI
Marcelo Ramos

por Marcelo Ramos

marcelo.ramos@bnews.com.br

Publicado em 07/03/2025, às 10h57



A polícia dos Estados Unidos ofereceu uma recompensa de US$ 10 milhões (R$ 57 milhões) por informações que levem à prisão de Ryan Wedding, ex-atleta olímpico que virou chefe do tráfico internacional
O ex-snowboarder canadense é acusado de comandar uma operação envolvendo entorpecentes e vários assassinatos ligados à atividade criminosa.
De acordo com o portal o Globo, o FBI incluiu Wedding na lista dos 10 mais procurados do país. A suspeita é de que ele esteja escondido no México, sob proteção do cartel de Sinaloa.
 "O aumento na recompensa deve deixar claro: não há lugar seguro para Wedding se esconder", disse o vice-chefe da LAPD, Alan Hamilton.
Histórico
Hoje com 43 anos, Wedding despontou no esporte ao competir pela equipe canadense nos Jogos Olímpicos de 2002, em Salt Lake City. Quatro anos depois disso, ele entrou na mira das autoridades. Foi alvo de um mandado de buscas por suposto cultivo de maconha, mas não chegou a ser indiciado.

Nos anos seguintes, o ex-atleta passou a figurar entre os acusados de chefiar uma rede internacional de drogas.

Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, Wedding é acusado de supervisionar o transporte de cocaína da Colômbia para o Canadá e de fentanil, para cidades americanas e canadenses. Ele também é suspeito de mandar matar pessoas que seriam obstáculos para a operação criminosa ou em ações de retaliação e cobrança de dívidas.

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