Esporte
por Leonardo Oliveira
Publicado em 17/05/2025, às 12h53
O ex-jogador Diego Ribas, que fez história por clubes como Flamengo, Santos e também pela seleção brasileira, em entrevista ao videocast “Toca e Passa”, do GLOBO, fez uma autocrítica sincera sobre sua postura em momentos em que era reserva e contou como amadureceu até se tornar um verdadeiro capitão no Flamengo.
“Eu era um cara muito impulsivo, egoísta e vaidoso. Então eu era o líder, mas dependia muito das circunstâncias. Se eu era o titular, se o treinador estava me dando atenção, se eu estava me sentindo bem, aí influenciava positivamente. Dizia para todos treinarem bem, que o clube era legal, que o treinador era bom, a cultura era boa. Agora, se me colocasse no banco de reserva, “ah, o treinador é ruim”, brigava com todo mundo, dizia que estava tudo errado... Influenciava as pessoas negativamente”, revelou.
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O ex-meia também relembrou um episódio marcante vivido na Alemanha, que foi divisor de águas em sua carreira. “Teve um momento em que fui colocado no banco e simplesmente abandonei o time. Íamos sair do CT de ônibus para o estádio, mas quando vi que não estava escalado, coloquei o boné e fui embora de carro. No dia seguinte, vi a decepção dos meus colegas e da comissão. Aquilo me marcou muito. Decidi ali que precisava mudar e levar as coisas mais a sério”, relatou.
Diego destacou que esse processo de amadurecimento foi fundamental para o sucesso como líder no Flamengo, já com 31 anos. “Cheguei ao Flamengo e fui testado como líder em todas as situações: como titular, reserva, sendo criticado, humilhado... Mesmo assim, consegui tomar as decisões certas e passei a ser respeitado como capitão”, concluiu.
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