Esporte
Campeão da Série B do Campeonato Brasileiro de 2023 com o Esporte Clube Vitória, o atacante Mateus Gonçalves, apelidado pela torcida na época como "Pastor", comentou publicamente, por meio das suas redes sociais, como foi o período em que permaneceu em um presídio de segurança máxima.
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O jogador afirmou, na última sexta-feira (13), que a experiência marcou sua vida e descreveu o ambiente como extremamente duro: “Presídio de segurança máxima é feito para destruir uma pessoa. Lá você tem duas opções: ou se entrega e se destrói, ou sai mais forte. Eu decidi sair de lá disposto a reconstruir a minha vida. Mas o bagulho é louco”, declarou o atleta.
Assista:
Liberdade concedida pela Justiça
Mateus teve a liberdade concedida após audiência realizada no dia 12 de fevereiro deste ano. Com a decisão judicial, o jogador passa a responder ao processo em liberdade, encerrando um período de 242 dias de prisão preventiva sem que houvesse sentença.
O atleta estava preso desde 10 de junho de 2025 e permaneceu mais de oito meses afastado da família e da filha enquanto aguardava o andamento do processo. Segundo a defesa, a prisão preventiva,que deve ser aplicada apenas em situações excepcionais, acabou sendo prolongada por um período considerado excessivo.
A Justiça levou em conta o excesso de prazo no andamento do processo. Pela terceira vez consecutiva, testemunhas da acusação não compareceram à audiência, o que reforçou o entendimento de que a demora não poderia justificar a manutenção da prisão por tempo indeterminado.
Entenda o caso
A prisão ocorreu durante uma fiscalização da Polícia Militar Rodoviária na rodovia MS-156, no município de Juti, região próxima à fronteira com o Paraguai. De acordo com a polícia, dois veículos trafegavam em alta velocidade e desobedeceram à ordem de parada.
Em um dos carros estavam Mateus Gonçalves e Luiz Henrique Pereira, apontados pelos agentes como possíveis batedores de outro veículo. No segundo automóvel abordado, os policiais apreenderam cerca de 187 quilos de maconha.
Desde o início do processo, a defesa do ex-jogador sustenta que ele não possui envolvimento com tráfico de drogas ou associação criminosa. Os advogados também afirmam que o atleta não teria motivação para participar de atividades ilícitas.
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