Esporte
A possível chegada do jovem meia Cauã Felipe, de 17 anos, ao Esporte Clube Vitória gerou repercussão nos bastidores do futebol baiano nos últimos dias. Diante dos rumores sobre uma suposta compra milionária, o presidente do clube rubro-negro, Fábio Mota, tratou de esclarecer os detalhes da negociação.
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Segundo o dirigente, não procede a informação de que o Leão da Barra teria desembolsado R$2,5 milhões por 70% dos direitos do atleta revelado pelo Atlético Goianiense. Na verdade, o modelo adotado segue um formato de parceria já utilizado pelo clube baiano em outras ocasiões.
Nesse sistema, o jogador é cedido ao Vitória com um valor previamente estipulado, sem pagamento imediato. Caso o atleta seja negociado no futuro, os clubes envolvidos dividem os percentuais definidos em contrato.
Funciona assim: o clube parceiro cede o jogador ao Vitória, é estipulado um valor e ele passa a integrar o elenco dentro desse modelo de parceria. O Cauan Felipe, por exemplo, é mais um jogador do sub-17 que já está aqui há algum tempo nesse formato, em parceria com o Atlético-GO. Nesses casos, o Vitória não paga de imediato. Se lá na frente o jogador se valorizar e for vendido, existe uma divisão já definida, como esse percentual de 70%”, afirmou Mota em entrevista ao Bahia Notícias.
Apurei com fonte ligada à base do Vitória: a informação da aquisição de 70% dos direitos de Cauã Felipe (17 anos) por R$ 2,5 milhões não procede 100%.
— Espião do Leão (@EspiaodoLeao) April 30, 2026
O jogador realmente chegou ao clube, mas os detalhes da negociação divulgados não são verdadeiros, segundo o Vitória. pic.twitter.com/eYeAZlcRwW
O presidente do clube de Canabrava também destacou que esse tipo de acordo não é novidade na base rubro-negra. Parcerias semelhantes já foram firmadas com equipes como CRB, Goiás, CSA e Confiança.
De acordo com Fábio Mota, atletas de diferentes categorias – como sub-15, sub-17 e sub-20 – já chegaram ao clube por meio desse modelo, reforçando a estratégia adotada para fortalecer a base.
Isso não é algo isolado. Acontece também em outras categorias, como com um zagueiro do sub-17 em parceria com o CRB e um centroavante do sub-20 em situação semelhante. Cada caso tem suas particularidades, mas a lógica é a mesma: o jogador chega, tem um valor fixado e fica à disposição. Se o Vitória decidir efetivar ou negociar, já existe um mínimo estabelecido”, completou.
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