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URGENTE! Em julgamento no STJD, Fábio Mota pega gancho pesado, Jair 'se dá bem' e Erick ficará de fora; confira

Divulgação/EC Vitória
Sessão ocorreu na tarde desta quinta-feira (30) e julgou três integrantes do Vitória por falas contra a arbitragem  |   Bnews - Divulgação Divulgação/EC Vitória
José Gabriel

por José Gabriel

Publicado em 30/04/2026, às 13h16 - Atualizado às 13h49



A 3ª Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) julgou, na tarde desta quinta-feira (30), o presidente do Vitória, Fábio Mota, o técnico Jair Ventura e o atacante Erick, por declarações contra a equipe de arbitragem da partida contra o Athletico Paranaense, comandada pelo carioca Bruno Arleu.

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Os três foram enquadrados no artigo 258, parágrafo segundo, do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que trata de condutas consideradas desrespeitosas em relação à arbitragem. Nas decisões, punição mais pesada para Fábio Mota, enquanto Jair Ventura e Erick receberam sanções mais brandas:

  • Jair Ventura – absolvido
  • Fábio Mota – suspensão de 30 dias
  • Erick – suspensão por duas partidas

Caso o clube baiano não consiga efeito suspensivo a tempo, Erick começará a cumprir a punição já neste sábado (2), diante do Coritiba, no Barradão, pelo Campeonato Brasileiro.

Fábio Mota volta a criticar a arbitragem durante julgamento

Fábio Mota lamentou erros de arbitragem na partida contra o Flamengo, pela Copa do Brasil, e a repetição de equívocos no jogo seguinte.

Você perde milhões por erro de arbitragem. É complicado ver que, no jogo seguinte, acontece tudo de novo, mesmo após termos feito representações e cumprido todos os requisitos, sem obter êxito ou resposta. É muito difícil. Perdoe a forma de falar, mas estou há quatro anos e meio no Vitória, nunca recebi uma denúncia, sempre fui respeitoso e trabalho muito para manter o clube na primeira divisão. Mas, quando passamos pelo que ocorreu contra Atlético-MG e Athletico-PR, começamos a sentir que é difícil lutar contra tudo e contra todos”, declarou.

O dirigente também criticou a falta de critérios objetivos da arbitragem brasileira.

A pauta que vale para o Flamengo tem que valer para o Vitória, para o Mirassol, para a Chapecoense, para o Botafogo e assim sucessivamente. Temos um quadro de árbitros que há muito tempo não é renovado. Não posso dar minha opinião e dizer que precisamos de mudanças e reciclagem? Estou trazendo isso para debate, vamos discutir”, completou.

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