Esporte
Presidente do Vitória e candidato à reeleição, Fábio Mota declarou ter um sentimento de decepção com Marcone Amaral, deputado estadual e adversário na corrida eleitoral pelo comando do clube. Em entrevista ao podcast BARFC nesta segunda-feira (17), ele comentou que o político chegou a declarar apoio à gestão, mas que não vê mais foco dele em querer gerir o rubro-negro.
"O movimento sempre foi político. Nada contra, foi atleta do clube. Hoje ele fica dizendo que é filho do Vitória. Só que esse filho só apareceu agora. Quando a gente estava na Série C, o filho foi devastado, foi abandonado e não tinha pai. Não servia, mas agora está bom. Eu me decepcionei muito com ele, disse que me apoiava e me elogiava", disse Fábio Mota.
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"Ele pediu para colocar duas pessoas dele para colocar dentro do grupo da SAF, colocamos lá dentro. Ficaram 7 ou 8 meses, assinaram aquele contrato de confiabilidade, sabe os investidores e tudo. Depois de seis meses lá dentro, ele queria o mandato para vender o clube. Ele sempre quis a política, está em Itabuna e Ilhéus pedindo voto. Eu larguei minha vida para ser presidente do Vitória. Não dá para ser presidente do Vitória sem ser dedicação exclusiva. É impossível", acrescentou.
Fábio Mota ainda evitou comentar o valor apontado por Marcone Amaral como equivalente à toda Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Vitória, que seria de R$ 5 bilhões. "O número está se fechando. Não é a minha área. O que eu posso dizer é que o Vitória tem a maior SAF do Brasil, mas o valor eu não sei como", declarou.
"A gente tem o maior escritório de estruturação de SAF contratado. Fez a SAF do nosso rival, do Bragantino e outros tantos. Junto com o escritório, temos a consultoria de Evaluation mais famosa também contratada. Então não vou ficar aqui dizendo isso ou aquilo. Me senti lisonjeado porque ele mostra como é o patrimônio do Vitória como era e como ficou. Ele sabe bem, ele viu o Perônio [antigo campo do clube] e viu como está. O Vitória hoje tem 500 mil m² dentro de Salvador. O maior CT do Brasil é o Vitória. Com a entrega do CT Leão da Barra, que vamos entregar em março, vamos fechar 12 campos de futebol, sendo um para o feminino e cinco para a base, um da academia e quatro para o profissional", pontuou.
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