Esporte

Futuro presidente da CBF defende Ancelotti e promete dar "autonomia" a novo técnico

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Candidato único à presidência da CBF diz que Ancelotti terá autonomia para trabalhar na seleção  |   Bnews - Divulgação Divulgação/CBF
Matheus Simoni

por Matheus Simoni

matheus.simoni@bnews.com.br

Publicado em 19/05/2025, às 09h31



Candidato único à presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, de 41 anos, declarou que, se eleito, quer dar tranquilidade e autonomia ao técnico italiano Carlo Ancelotti no comando da seleção brasileira. Representante da Federação Roraimense de Futebol (FRF), Xaud sequer vai tomar posse da entidade estadual, já que o mandato começaria em 2027.

Agora, ele já fala como "presidente da CBF a partir de 25 de maio". Questionado sobre Ancelotti, Xaud exaltou o novo técnico, durante entrevista ao Charla Podcast, no domingo (18).

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"Acho que a vinda do Carlo Ancelotti é um sonho, porque é o maior treinador dos últimos tempos. Acho que o unir com as estrelas do Brasil pode dar uma liga muito boa. Podemos ter um resultado muito positivo na próxima Copa. Ele tem de chegar e ter autonomia para trabalhar, sem interferências externas e dar tempo para o trabalho. É a longo prazo. Contínuo. Essa mudança de mentalidade é importante e precisa ser entendida dessa forma", disse.

O dirigente admitiu ainda não ter conversado diretamente com o italiano. Samir Xaud também comentou a atuação de Ednaldo Rodrigues, presidente afastado da CBF. Ele destacou a gestão e a organização de competições em todo o país.

"Ajuda de custos em competições, remuneração, cotas, coisas que nunca tiveram nessas séries. O que eu mudaria, eu faria uma descentralização de poder. É o que eu quero fazer. Dar essa distribuição, colocar as pessoas corretas e capacitadas nos locais devidos. E dar autonomia para esses profissionais", argumentou.

Ainda segundo o próximo presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues deve se pronunciar para comunicar que não seguirá trabalhando no futebol. "Acredito que ele vá querer descansar. Chega uma hora que a gente pensa na família, na nossa vida. Acho que ele não vai querer essa briga. Acredito que, com essa situação jurídica, ele deve fazer um pronunciamento logo mais", disse.

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