Esporte
por Henrique Brinco
Publicado em 15/05/2025, às 19h04 - Atualizado às 19h26
O apresentador Benjamin Back repercutiu o afastamento de Ednaldo Rodrigues da presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e comentou as possíveis consequências da decisão judicial. Para ele, o dirigente não deve aceitar passivamente e deve recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF).
“Não dá para a gente definir o que é que vai acontecer. Acho que Ednaldo deve recorrer da medida no STF. Recentemente, quando foi solicitada a saída ao ministro Gilmar Mendes, ele negou. Então, não sei ainda se ele irá ao STF. Acredito que sim. Não acho que ele vai entregar os pontos assim”, avaliou Benja, em entrevista para a CNN Brasil.
A fala se refere à decisão do desembargador Gabriel de Oliveira Zéfiro, da 19ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que determinou o afastamento imediato do baiano e de toda a diretoria da CBF.
O apresentador também colocou em dúvida a chegada do treinador Carlo Ancelotti após o caso. “Eu pergunto, o Ancelotti vem? Eu não sei mais. Ele já assinou o contrato? O que o Ednaldo assinou agora está valendo? Não vai valer? Nós não sabemos, é uma coisa muito prematura”, questionou.
Benjamin também opinou sobre a repercussão internacional do caso e os possíveis efeitos da intervenção da Justiça brasileira na imagem da CBF junto à FIFA.
“Acho que repercute muito mal na FIFA. A própria FIFA não gosta desse tipo de coisa. Se existe uma irregularidade numa confederação, ela deve ser corrigida. Se a FIFA ficar chateada, o que a gente pode fazer?”, disparou.
Benja minimizou o risco de uma crise diplomática entre a entidade e o futebol brasileiro. “Se há problema, tem que ser resolvido. Não é porque é a FIFA que a Justiça brasileira vai ignorar”, concluiu.
Com o afastamento de Ednaldo, a presidência da CBF será assumida por Fernando Sarney, vice-presidente da entidade. Ele ocupará o cargo de forma interina até a realização de nova eleição para a diretoria.
Fernando rompeu politicamente com Ednaldo e não integrou a chapa que o reconduziu à presidência por aclamação, com mandato previsto até 2030.
Filho do ex-presidente José Sarney, o dirigente foi o responsável por acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a suspensão do acordo que manteve Ednaldo no comando da confederação. Ele argumentou que havia indícios de falsidade em uma das assinaturas que validavam o documento.
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