Esporte
por Cadastrado por Tácio Caldas
Publicado em 16/05/2025, às 18h37 - Atualizado às 18h53
As novas eleições da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) premetem pegar fogo. Isso porque a convocação feita pelo interventor da entidade ficou marcada para o domingo (25), um dia antes do anúncio da convocação para a próxima Data FIFA. A data coincidirá também com o anúncio oficial de Carlo Ancelotti como treinador da seleção brasileira até o final da Copa do Mundo de 2026.
O detalhe está no fato de que essas eleições podem ser históricas. Existe um motivo por trás disso e é devido à possibilidade de haver dois blocos disputando a presidência da CBF. Esse movimento é algo que não acontece desde 1989, ou seja, há 36 anos, mesmo período em que o Bahia foi, pela segunda vez, para a Libertadores. Depois dessa eleição, todos os gestores foram eleitos por aclamação.
Blocos
Nessas disputas aparecem dois blocos. De um lado está o grupo das 19 federações que assinaram um manifesto em desapoio ao ex-presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues. Neste grupo, o nome mais forte é o de Samir Xaud, presidente eleito da Federação Roraimense de Futebol (FRF). Apesar disso, também não está descartado a indicação do presidente da Federação Alagoana de Futebol (FAF), Felipe Feijó. Este último é filho de Gustavo Feijó, ex-vice-presidente da entidade.
A intenção do grupo é escolher um candidato e promover a montagem da chapa "dentro do mesmo bloco". Apesar disso, esse grupo ainda busca apoio das outras federações com o intuito de inviabilizar a outra candidatura. Mesmo com essa movimentação, a Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS), deve escolher seu candidato de forma independente. Vale lembrar que a FFMS foi uma das federações que assinou o manifesto contra Ednaldo Rodrigues.
Já no outro bloco, tem oito federações que não assinaram o manifesto sobredito. Esse grupo tenta viabilizar a candidatura do presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), Reinaldo Carneiro Bastos. Nesse grupo estão a Federação Baiana de Futebol (FBF), de onde Ednaldo Rodrigues saiu para se tornar vice-presidente e, posteriormente, gestor da CBF. Além da FBF, estão as federações de Pernambuco, Espírito Santo, Minas Gerais, Tocantins, Amapá e Mato Grosso.
Além do apoio das federações, Reinaldo Carneiro Bastos tem agido para buscar um apoio macivo dos clubes brasileiros. A intenção seria se aproveitar da insatisfação de alguns deles com o novo movimento jurídico feito contra Ednaldo. Vale lembrar que o gestor da FPF foi pré-candidado quando o baiano foi afastado pela primeira vez, em dezembro de 2023, mas o projeto não foi para frente. Pouco tempo depois o afastamento de Ednaldo foi anulado e o gestor baiano voltou à cadeira da CBF.
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