Esporte
por José Gabriel
Publicado em 04/02/2026, às 06h18
O nome de Ronaldinho Gaúcho surgiu em meio ao caso do Banco Master nos últimos dias. Dois terrenos do ex-jogador foram utilizados como garantia para que uma empresa captasse R$ 330 milhões junto à instituição financeira.
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Segundo informações do jornal O Globo, os recursos foram direcionados a fundos de investimento ligados ao próprio Banco Master. Os advogados de Ronaldinho negam que ele tivesse conhecimento da emissão dos créditos e afirmam que a operação imobiliária original já havia sido cancelada.
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Investigações
De acordo com as investigações do Ministério Público Federal (MPF), o Banco Master, por meio do Fundo City 02 — do qual era cotista —, concedia empréstimos a pessoas jurídicas e, posteriormente, repassava os recursos para fundos administrados por uma gestora de investimentos. Parte dessas operações resultava na emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), lastreados em créditos destinados ao financiamento de imóveis ou de aluguéis futuros.
O objetivo principal é a antecipação de recursos: a empresa recebe o dinheiro antecipadamente para viabilizar a obra, enquanto os investidores que adquirem o CRI recebem juros sobre o capital investido.
O que diz a defesa de Ronaldinho Gaúcho
Em agosto de 2023, a Base Securitizadora emitiu R$ 330 milhões em créditos para a S&J Consultoria. A garantia da operação estava vinculada a notas comerciais para o desenvolvimento de terrenos em Porto Alegre, incluindo duas áreas pertencentes a Ronaldinho Gaúcho.
Segundo os advogados do ex-atleta, em declaração ao O Globo, o negócio não chegou a ser concretizado. A defesa afirma ainda que, em 2021, houve negociações com duas empresas, mas que a operação foi interrompida devido à ausência de licenças ambientais e a pendências relacionadas ao IPTU.
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