Esporte
por Gabriel Santana
Publicado em 15/07/2026, às 18h33
O atacante da seleção dos Estados Unidos, Folarin Balogun, expulso durante uma partida da 16 avos de final da atual Copa do Mundo, se posicionou pela primeira vez após ter sido beneficiado por um “perdão” pedido pelo presidente estadunidense, Donald Trump.
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O ato foi tão controverso e marcante na histórias das Copas, que a União das Associações Europeias de Futebol (Uefa) considerou a decisão como “sem precedentes, incompreensível e injustificável”. O jogador dos EUA foi expulso contra a Bósnia, mas jogou a partida seguinte contra a Bélgica e relatou que a decisão foi bem controversa.
“Minha reação inicial foi de alegria por estar de volta ao time, mas, refletindo melhor, sabia que isso iria gerar muita controvérsia, e quase pude sentir um certo nervosismo entre meus companheiros. Foi confuso, já que a equipe estava treinando sem mim. Eu praticamente desempenhei um papel secundário para manter o moral elevado”.
Um dos principais jornais da Espanha, Marca, apontou que o atleta recebeu a notícia de que jogaria ainda no ônibus da delegação dos EUA e foi bem comemorada pelos seus companheiros de equipe, que já consideravam o companheiro como descartado para aquela partida.
Mesmo com a presença de Balogun, os EUA foram eliminados da Copa do Mundo ao serem derrotados pelos europeus.
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