Esporte

Leitura labial revela bastidores quentes do Ba-Vi e provocações: “A p** vai entrar”

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Leitura labial de Velloso revelou supostas falas de David Duarte, Cacá, Marinho, Kanu e outros personagens durante momentos tensos do Ba-Vi  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Vídeo/@vellosogg
Analu Teixeira

por Analu Teixeira

Publicado em 24/08/2026, às 20h39



O último Ba-Vi de 2026 terminou dentro das quatro linhas, mas as discussões e provocações do clássico continuam repercutindo. Uma leitura labial feita por Velloso revelou supostas falas de jogadores de Bahia e Vitória em alguns dos momentos mais tensos do triunfo tricolor por 2 a 0, no último domingo (23), no Barradão.

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Entre os episódios analisados estão o choque entre David Duarte e Cacá, a confusão iniciada após o segundo gol de Jean Lucas e provocações de jogadores do Bahia direcionadas à torcida rubro-negra.

O momento mais quente aconteceu na reta final do segundo tempo, após Cacá e David Duarte sofrerem um choque de cabeça. De acordo com a leitura labial, o zagueiro do Bahia se irritou com o adversário e iniciou uma discussão.

“Que é, tio? Quer dizer que cê vem me bater, pô? Cê é bandidão agora, pô? Cê é bandidão? Cê é bandido? Cê é bandido, caralho? Cê é bandido agora, pô?”, teria disparado David.

A discussão não terminou por aí. Ainda segundo a interpretação apresentada por Velloso, o defensor tricolor continuou provocando Cacá. “Vai o quê? Vai me pegar, é? Vem me pegar, é? Vem me pegar, pô? Cê pensa que cê é homem? Ah, vai te f*der, rapaz. Cê pensa que cê é homem?”, completou.

Confusão após gol de Jean Lucas 

Outro momento que ganhou repercussão aconteceu após Jean Lucas marcar o segundo gol do Bahia, já nos acréscimos. O meio-campista tirou a camisa durante a comemoração e exibiu o uniforme diante da torcida do Vitória, atitude que gerou revolta entre os jogadores rubro-negros.

Marinho tomou a camisa das mãos de Jean Lucas. Segundo a leitura labial, o atacante teria ordenado: “Bota a camisa, caralho”.

Cacá, na sequência, pegou o uniforme e tentou rasgá-lo. O árbitro Raphael Claus percebeu a atitude e interveio. “Não faz isso. Se controla, se controla. Para, para”, teria dito o árbitro ao defensor. Lucas Arcanjo também se aproximou de Jean Lucas durante a confusão e tentou conter a situação: “Não precisa, não precisa”.

A cena ganhou ainda mais repercussão nesta segunda-feira (24), quando o próprio Bahia aproveitou o episódio para provocar Marinho. Em publicação nas redes sociais, o clube simulou o envio de uma camisa ao atacante e ironizou a tentativa de rasgar o uniforme: “Tentaram, mas a camisa não rasgou”.

Jogadores do Bahia provocaram torcida do Vitória

A leitura labial também apontou provocações vindas do banco de reservas do Bahia durante o clássico.

Em um dos momentos, Caio Alexandre aparece reagindo à troca de passes do Tricolor e direcionando gestos para a arquibancada do Barradão. Segundo Velloso, o volante teria dito: “Puta que pariu, viado! Ó, tocando a bola!”.

Kanu também entrou na resenha depois do segundo gol. De acordo com a leitura, o zagueiro teria percebido a saída de parte dos rubro-negros das arquibancadas e disparado repetidamente: “Não vai embora, não vai embora”, antes de completar: “Chora, chora, chora”.

O clima quente marcou os minutos finais de um clássico que terminou com vitória do Bahia por 2 a 0. O resultado fez o Esquadrão encerrar os Ba-Vis de 2026 invicto, com três triunfos e um empate diante do maior rival.

Veja:

Classificação Indicativa: Livre

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