Esporte
A mobilização pela convocação de Neymar para a Copa do Mundo atingiu proporções estratosféricas, ecoando diretamente na cabeça do técnico Carlo Ancelotti. Nem o clamor popular por Romário na Copa de 2002 se comparou à pressão feita para que o camisa 10 do Santos viajasse com a delegação brasileira para os Estados Unidos.
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Neymar é hoje o mais defendido publicamente, seja pela imprensa ou pelas ruas, algo que não se viu com tanta intensidade em relação ao Baixinho, e acontece de maneira inédita na história da Seleção Brasileira. O craque é referência para os mais jovens que acompanharam sua trajetória nos campos do mundo.
Curiosamente, esses jovens também são os que vão vestir a amarelinha no Mundial deste ano, o que significa que o lobby pela convocação de Neymar vem inclusive de dentro da própria equipe.
Além disso, há um aspecto psicológico importante em ter Neymar no grupo: uma espécie de autoproteção de colegas em relação a uma figura admirada. Em entrevista ao UOL, a psicóloga Michelle Rizkalla analisou a presença do camisa 10 sob a perspectiva da psicologia esportiva:
“Uma equipe eficiente se forma com um somatório de fatores, incluindo forças (atributos emocionais) e virtudes, sem esquecer das características em situações decisivas e de pressão. Existe um movimento social dentro de equipes que é proteger o seu parceiro que recebe críticas e julgamentos, por vezes, injustamente. Talvez aí esteja mais um ponto a se pensar sobre a defesa de tantos jogadores ao Neymar. Um grupo pode exercer a cooperação para oportunizar seus aliados.”
Mais uma vez, Neymar se tornou alvo de pedidos populares para estar no Mundial. Diferente de 2010, quando ainda estava em ascensão e nos primeiros passos da carreira, neste ano a história é completamente diferente.
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