Esporte

Olimpíadas Paris: Brasil é país com mais homens assumidamente gays nos jogos

Alexandre Loureiro
Arthur Nory, Rayan Dutra e Nick Albiero são os três brasileiros que o levantamento considera  |   Bnews - Divulgação Alexandre Loureiro
Melissa Lima

por Melissa Lima

melissa.lima@bnews.com.br

Publicado em 25/07/2024, às 21h10



Um levantamento do site Out Sports apontou que o Brasil é o país com mais atletas homens assumidamente gays ou bissexuais disputando as Olimpíadas de Paris. O número entre as mulheres é maior, mas não o primeiro se comparado a outras nações.

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Arthur Nory, Rayan Dutra e Nick Albiero são os três brasileiros que o levantamento aponta como gays ou bi. A pesquisa não leva em consideração atletas que não sejam assumidos publicamente, inclusive pelas redes sociais.

Nory, do Pinheiros, vai disputar os jogos pela terceira vez na carreira, enquanto Rayan, da ginástica de trampolim, e Nick, da natação, farão suas estreias. Os dois são atletas do Minas Tênis Clube.

O Brasil tem outros atletas masculinos de elite assumidamente gays ou bi, mas eles não estão em Paris. Medalhista de ouro no Rio, Douglas Souza não aceitou fazer parte dos convocados do vôlei. Além disso, Bernardinho optou por deixar Maique, líbero, fora da lista final.

No total, o levantamento apontou 18 homens LGBTQIAP+ entre todos os atletas que vão participar das Olimpíadas. De forma geral, houve uma redução no número de atletas da comunidade competindo nos jogos. Eram 186 em Tóquio, e agora, por enquanto, são 155.

O Brasil também está entre os líderes em números gerais de atletas. São 24 no total, se dividindo entre 3 homes e 21 mulheres. Entre elas, estão as medalhistas olímpicas Rafaela Silva, Ana Marcela Cunha e Beatriz Ferreira - esta última disputa os Jogos na companhia da noiva, a velocista Ana Carolina Azevedo.

Classificação Indicativa: Livre

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