Esporte
O Comitê Olímpico Internacional (COI) está recebendo constantes pedidos de investigação sobre como um atleta condenado por estupro de uma menor foi autorizado a competir nas Olimpíadas de Paris, segundo informações publicadas pelo jornal britânico "The Guardian". Os pedidos se referem ao holandês Steven Van de Velde, que foi condenado pela agressão a uma menina de 12 anos em 2016.
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Recentemente houve uma crescente na indignação pública por conta da presença do jogador de vôlei de praia. Diante disso, segundo o The Guardian, grupos alertaram que "os órgãos esportivos estão enviando uma mensagem perigosa aos estupradores e causando "danos colaterais" às vítimas de abuso sexual.
Em entrevista ao jornal britânico, Ciara Bergman, CEO da Rape Crisis England & Wales, que combate a violência sexual na Inglaterra e País de Gales, opinou que a presença do atleta cria uma sensação de impunidade.
"A inclusão irresponsável de Van de Velde nas Olimpíadas criou uma enorme sensação de impunidade. Se você pode estuprar uma criança e ainda competir nas Olimpíadas, apesar de todos os atletas assinarem uma declaração prometendo ser um modelo, isso é simplesmente chocante", disse Ciara.
Steven van de Velde ficará isolado do restante da delegação durante as Olimpíadas. A decisão foi anunciada pelo Comitê Olímpico Holandês, que garantiu que o pedido foi do próprio atleta. Ele vai se hospedar na Vila Olímpica e não terá qualquer contato com a imprensa.
O Comitê Olímpico Holandês justificou que a medida tem como objetivo "garantir um ambiente esportivo seguro para todos os participantes olímpicos", salientando que "as medidas estão de acordo com a prática padrão" adotada pela entidade.
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