Esporte

Olimpíadas Paris: Isaquias Queiroz descreve expectativa e motivações para os jogos

Renato do Val/COB
O canoista baiano será porta-bandeira do Brasil na abertura das olimpíadas  |   Bnews - Divulgação Renato do Val/COB
Melissa Lima

por Melissa Lima

melissa.lima@bnews.com.br

Publicado em 23/07/2024, às 05h50



Porta-bandeira do Brasil na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Paris 2024, o canoista baiano Isaquias Queiroz falou sobre a emoção de representar o país na solenidade, além da expectativa e das motivações para os jogos, que começam a partir do dia 26 de julho. 

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"Nós, atletas, ficamos muito felizes em poder representar o nosso país sendo porta-bandeira. Para mim vai ser uma coisa muito especial participar desse Jogos Olímpicos [...] e poder aparecer com a bandeira do Brasil vai ser incrível. Com certeza todo o Brasil vai estar assistindo e vai ser uma experiência única", descreveu.

Ele listou o que o motiva em sua carreira, principalmente para essa edição dos jogos.

"A minha família é uma das motivações de eu poder chegar em Paris e brigar pela medalha. O treinamento todo dia também já é uma motivação. Já que eu estou todo dia na água, tenho que fazer valer a pena chegar no campeonato. Todo mundo sabe que eu sou muito apaixonado pela Bahia, representar toda a minha Bahia nos Jogos Olímpicos, isso para mim é uma motivação ainda maior. Principalmente saindo de uma modalidade que pouco tempo atrás era pouco reconhecida, e hoje todo mundo conhece a canoagem de velocidade pelo meu trabalho e de toda a equipe", contou. 

As expectativas do atleta são as melhores possíveis. Ele, que é um dos principais medalhistas do Brasil, espera levar mais duas, de ouro, para casa. 

Eu espero poder ganhar mais duas medalhas. Acho que vai ser muito especial, mas quando eu olho pra trás pra ver o reflexo das minhas conquistas, sim, eu me considero um dos grandes atletas do Brasil [...] ganhar duas medalhas nos Jogos Olímpicos de Paris agora seria incrível. Cada atleta que representa o Brasil, as nossas cores, tem que ser reconhecido pela dedicação no treinamento, que não é fácil", contou. 

Apesar da pressão, Isaquias garante que aprendeu a lidar com o nervosismo e consegue se sentir leve nas competições. Para ele, os treinamentos exigem mais fisicamente do que o momento oficial.

"Quando você começa a treinar, começa a evoluir, o treinamento começa a fluir e você começa a sentir mais leve. 'O treinamento está acontecendo, então vamos acreditar no trabalho'. [...] Para mim o mais difícil é o treinamento, uma competição já é mais tranquila. Você chega ali, é uma prova, depois você descansa. Já no treinamento, às vezes são cinco, seis tiros que a gente tem que fazer. Lógico que a gente fica concentrado, preocupado em errar alguma coisa, mas o importante é desfrutar, fazendo o melhor possível para o resultado vir. E quando você faz com amor, leve, as coisas saem mais fácil", completou o canoísta.

Classificação Indicativa: Livre

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