Esporte

Parreira apresenta piora no quadro clínico com dificuldades na função renal; saiba detalhes

Lucas Figueiredo/CBF
Parreira está internado desde o dia 16 de junho no Hospital Samaritano Barra no Rio de Janeiro  |   Bnews - Divulgação Lucas Figueiredo/CBF
Bernardo Rego

por Bernardo Rego

Publicado em 03/07/2026, às 18h44



Um novo boletim médico divulgado pelo Hospital Samaritano Barra nesta sexta-feira (3) aponta que o ex-técnico da Seleção Brasileira Carlos Alberto Parreira, de 83 anos,  apresentou uma piora no quadro clínico em função da inflamação pulmonar e passou a enfrentar dificuldades na função renal.

Com isso, o treinador do tetra do Brasil, em 1994, precisou voltar a ser sedado e vai precisar ser submetido a hemodiálise. "Por conta dessa complicação, Parreira voltou a ser sedado e a respirar com auxílio de aparelhos, além de necessitar de hemodiálise. No momento, apesar de grave, ele encontra-se estável e dependente do suporte intensivo", diz um trecho do boletim.

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Na última terça-feira (30) Parreira apresentou uma melhora e já respirava sem auxílio de aparelhos, mas seguia na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Segundo o hospital, Parreira respondeu bem ao procedimento de cauterização realizado no sábado (27) para conter um sangramento nasal.

Parreira está internado desde o dia 16 de junho para tratar um quadro de inflamação pulmonar. Ainda conforme o boletim médico, o paciente segue sendo acompanhado pelo pneumologista intensivista Arthur Vianna e pela equipe assistencial e multidisciplinar do Hospital Samaritano Barra.

Confira a nota na íntegra:

“O Hospital Samaritano Barra, da Rede Américas, informa que Carlos Alberto Parreira permanece internado em sua Unidade de Terapia Intensiva (UTI), desde 16 de junho, com diagnóstico de inflamação pulmonar. O paciente apresentou um quadro infeccioso pulmonar com repercussão na função renal. Por conta dessa complicação, Parreira voltou a ser sedado e a respirar com auxílio de aparelhos, além de necessitar de hemodiálise.

No momento, apesar de grave, ele encontra-se estável e dependente do suporte intensivo. O paciente está sendo acompanhado pelo pneumologista intensivista, Arthur Vianna, e pela equipe assistencial e multidisciplinar do hospital.”

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