Esporte
Às vésperas de enfrentar o Bahia, neste domingo (3), pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro, o São Paulo divulgou na última quinta-feira (30) o balanço financeiro da temporada 2025, onde revelou avanços importantes, mas também pontos de atenção na gestão monetária.
O clube paulista encerrou o período com superávit de R$56 milhões e conseguiu reduzir sua dívida total em R$110 milhões, passando de R$968 milhões em 2024 para R$858 milhões. O crescimento das receitas foi um dos destaques: o Tricolor Paulista arrecadou R$1,073 bilhão em 2025, contra R$727,5 milhões no ano anterior.
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Grande parte desse salto financeiro veio diretamente do futebol, com negociações de atletas renderam R$283,7 milhões, enquanto direitos de TV e premiações somaram R$245 milhões. Já as receitas com publicidade e patrocínios alcançaram R$121,3 milhões.
O São Paulo Futebol Clube divulgou nesta quinta-feira (30), suas demonstrações financeiras de 2025 em meio a um cenário de pressão interna. Os documentos mostram que as contas do último exercício foram reprovadas pelo Conselho Deliberativo, após análise que apontou déficit,… pic.twitter.com/wDSeSOOi8c
— Alexsander Vieira (@_alexsander) April 30, 2026
🚨 PLANTÃO TRICOLOR | RELATÓRIO TÉCNICO: BALANÇO FINANCEIRO 2025
— Plantão Tricolor (@PlantaoTricol0r) April 30, 2026
O São Paulo Futebol Clube publicou oficialmente(no ultimo dia) suas demonstrações financeiras referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025. Abaixo, detalhamos os principais indicadores patrimoniais e… pic.twitter.com/OUpDLdpT3I
Por outro lado, as despesas operacionais permaneceram elevadas, totalizando R$1,016 bilhão, em linha com o registrado no ano anterior. Ainda assim, houve melhora no passivo a descoberto – indicador da dívida patrimonial – que caiu de R$595,7 milhões para R$536,2 milhões.
O São Paulo fechou o ano com R$23,9 milhões em caixa, valor semelhante ao de 2024. Em contrapartida, as contas a receber cresceram significativamente e ultrapassaram R$1,4 bilhão, sinalizando receitas futuras já contratadas. Os empréstimos bancários, por sua vez, giram em torno de R$277,6 milhões.
Apesar da evolução, o cenário ainda exige cautela. O clube segue dependente de receitas extraordinárias, especialmente a venda de jogadores, para equilibrar as finanças.
Entre os pontos levantados, está uma ressalva envolvendo cerca de R$11 milhões em saques que não puderam ser totalmente rastreados pela auditoria. Desse total, aproximadamente R$7 milhões não tiveram comprovação apresentada.
Auditorias também analisaram cartões corporativos ligados a dirigentes. Não foram identificadas irregularidades nos casos de Belmonte e Serginho. Já em relação a Julio Casares, foram apontados cerca de R$500 mil em despesas pessoais, posteriormente reembolsadas, sem detalhamento sobre os critérios adotados para o ressarcimento.
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