Esporte
O diretor da Triação Assessoria Esportiva, Diogo Andrade, criticou os eventos de corrida de rua realizados sem planejamento técnico, em Salvador, apontando os riscos físicos que podem causados ao praticantes do esporte, durante entrevista ao programa Giro Baiana 2ª Edição, na rádio Baiana FM (89,3), apresentado por Victoria Alves, nesta segunda-feira (27).
“Quanto mais carniça, mais urubu, não vou negar isso. Pode até criar esse evento, ter o show, que está agregando, mas, eu não posso perder a questão técnica. Eu preciso ter um fechamento adequado, preciso estar alinhado com o município, ter um bom pronto atendimento, que a gente não sabe, mais gente praticando, eu não sei se todo mundo tem condições, tem muita gente que tá indo na empolgação”, afirmou o treinador de corrida.
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O educador físico, além de criticar os eventos de corridas de rua executados sem planejamento burocrático, também citou o avanço do mercado de corridas no Brasil e no mundo, com grande procura por inscrições e participação em massa, e destacou que os jovens são peças fundamentais no sucesso do esporte.
“O que acontece são ondas mesmo, no nosso país, tem um momento da década de 70, por final dos anos 80, tem no final dos anos 2000, e o ‘boom’ ele vem depois do pós-pandemia, é um estilo de vida, a gente vê mais jovens praticando, eles estão adquirindo mesmo e entenderam a importância de se fazer exercício. Abraçaram a corrida, é um fenômeno”, completou.
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