Esporte
por Gabriel Santana
Publicado em 14/05/2026, às 18h50
O governo de Donald Trump, atual presidente dos Estados Unidos, anunciou na última quarta-feira (13), em visita do mandatário da Fifa, Gianni Infantino, que os torcedores com ingressos garantidos para assistir as partidas da Copa do Mundo de 2026, nos Estados Unidos, Canadá e México, vão ficar isentos da taxa para visto. Mas nem todos estão na lista.
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Os torcedores dos 48 países participantes da competição não vão precisar fazer o pagamento de um depósito de 15 mil dólares (cerca de R$ 75 mil reais, na cotação atual), para a obtenção do visto. De acordo com o jornal português A Bola, a exigência deste depósito foi introduzida em 2025 como parte de um programa de teste de 12 meses lançado no último agosto.
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O objetivo do governo estadunidense é reduzir o número de pessoas que ficam nos Estados Unidos após a expiração do período de visto. O Departamento de Estado dos EUA apontou que a medida visava combater os casos de pessoas que permanecem no país norte-americano de forma ilegal.
A medida anterior previa que o valor deveria ser pago ao final do período que o visitante iria ficar nos Estados Unidos. A Federação Internacional de Futebol (Fifa) comemorou a medida e apontou que a notícia é mais uma forma de demonstração de aliança com a Casa Branca, sede do governo estadunidense.
Os visitantes oriundos do Irã e do Haiti permanecem proibidos de entrar em território dos Estados Unidos. As delegações compostas pelos jogadores e comissão técnica que vão participar das competições estão isentas da medida.
Viajantes originários da Costa do Marfim e do Senegal, classificadas para a Copa do Mundo, ainda enfrentam restrições parciais por causa de uma proibição de viagens e permanecem com o status atual.
As políticas rígidas de imigração, ativas desde que o presidente Donald Trump voltou ao poder da Casa Branca, possuem um controle muito pesado sobre os não-estadunidenses que desejam entrar no país.
No ano passado, o governo dos Estados Unidos anunciou que turistas de dezenas de países podem ser obrigados a fornecer o histórico de cinco anos das redes sociais como condição de entrada.
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