Esporte
por Gabriel Santana
Publicado em 17/04/2026, às 18h26 - Atualizado às 18h28
A Confederação Brasileira de Basquete (CBB), entidade que comanda o basquete no país, lamentou a morte do ex-pivô Oscar Schmidt, que faleceu aos 68 anos, nesta sexta-feira (17), em Santana de Parnaíba (SP).
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O maior jogador da história do basquete brasileiro, foi um dos responsáveis por levar o nome do país para a modalidade esportiva, e ser considerado como um dos maiores atletas que já existiram. Em comunicado no próprio site, a CBB lamentou a morte de Oscar e classificou o momento como a “despedida de um símbolo absoluto do esporte”.
Oscar foi convocado para a seleção juvenil e eleito o melhor pivô do Sul-Americano de 1977, na campanha que sagrou a Seleção como campeã. O jogador ultrapassou a marca de 50 mil pontos, sendo até hoje o maior cestinha do basquete mundial em números absolutos.
O craque brasileiro foi inserido no Hall da Fama da Federação Internacional de basquete (FIBA) e na National Basketball League (NBA), mesmo sem nunca ter disputado uma partida oficial pelo Brooklyn Nets, franquia que o escolheu, mas recusou por não poder defender a Seleção Brasileira ao mesmo tempo que jogava nos Estados Unidos.
Em 2017 e já aposentado, Oscar jogou o Jogo das Estrelas da NBA e foi muito aclamado pela torcida e jogadores presentes no evento.
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A nota da Seleção Brasileira revela que a falta da medalha olímpica não diminui em nada o tamanho do legado deixado por Oscar para o basquete. A CBB declarou que o ex-jogador foi a definição de entrega, paixão e compromisso com o esporte, e que as lendas não se despedem, pois são eternas.
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