Esporte
Por 10 votos a 1, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta sexta-feira (29), rejeitar um novo recurso do ex-jogador Robinho. Assim, ele seguirá cumprindo a pena de 9 anos de prisão por estupro coletivo em regime fechado. O crime foi cometido em 2013, na Itália.
A defesa do ex-jogador questionava decisão do STF que manteve a determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de validar a sentença da Itália e indicar o cumprimento da pena de forma imediata no Brasil.
O principal argumento dos advogados de Robinho para classificar a prisão como ilegal é de o crime ocorreu antes da Lei de Migração, sancionada em 2017. Eles questionavam a a aplicação de forma retroavida, mas o STF não considerou procedente.
Robinho está preso desde março de 2024, em Tremembé, penitenciária de São Paulo. O caso ocorreu em uma boate, com uma mulher Albanesa, na época em que Robinho ainda jogava pelo Milan.
A condenação foi confirmada pela Justiça italiana em 2022, e o Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou o cumprimento da pena no Brasil, já que o ex-jogador é brasileiro nato e não pode ser extraditado.
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