Esporte
por José Gabriel
Publicado em 24/11/2025, às 09h36
Parte do pagamento do contrato de rescisão que o São Paulo assinou com Daniel Alves — e que segue sendo quitado até hoje — virou alvo de disputa judicial entre diferentes personagens, segundo informações do portal 'UOL'. Após o encerramento do vínculo em setembro de 2021, ficou acordado que o clube paulista deveria pagar R$ 22,8 milhões ao ex-jogador baiano.
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O valor foi dividido em 60 parcelas mensais, cujo pagamento começou em janeiro de 2022. Pelos cálculos, o São Paulo terá de pagar Daniel Alves até janeiro de 2027. Atualmente, o ex-lateral vive na Espanha e aguarda julgamento na terceira instância pela acusação de agressão sexual.
Porém, de acordo com o UOL, o GAD — fundo de investimentos especializado em direitos creditórios — afirma na Justiça de São Paulo que firmou um acordo com Daniel Alves em setembro de 2022. O fundo teria pago ao ex-jogador, à vista, R$ 11,5 milhões e, em troca, recebeu o direito a todas as parcelas futuras que ele teria a receber do clube paulista (à época, um montante de R$ 19,8 milhões).
Segundo o GAD, Daniel Alves deixou de realizar os repasses a partir de 2023, quando foi preso na Espanha. O fundo diz que a dívida atual é de R$ 7,7 milhões. A empresa tentou receber os valores diretamente do São Paulo, mas há outras disputas envolvendo o acordo.
Parte das parcelas — inicialmente 30%, depois 50% — foi penhorada em uma ação de pensão alimentícia movida por Dinorah Santana, ex-mulher do atleta. Segundo o UOL, a Justiça concedeu um arresto — espécie de congelamento — de valores e bens que Daniel Alves possua no Brasil, a pedido do GAD.
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