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VÍDEO: Após se tornar alvo de investigação por supostas irregularidades financeiras, presidente do São Paulo tem carro atacado por torcedores

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Coaf (Conselho de Atividades Financeiras) foi alertado sobre movimentações atípicas atribuídas ao presidente do São Paulo  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes Sociais - @juliocasares_sp
José Gabriel

por José Gabriel

Publicado em 07/01/2026, às 08h34



O clima no São Paulo Futebol Clube é tenso e está longe de se acalmar. A Polícia Civil investiga possíveis irregularidades financeiras no clube, tendo o presidente Julio Casares como principal alvo das apurações.

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Segundo informações do portal UOL, o Coaf foi alertado sobre movimentações financeiras consideradas atípicas envolvendo o dirigente. Casares teria recebido R$ 1,5 milhão em depósitos em dinheiro em suas contas pessoais, além da realização de 35 saques nas contas do São Paulo, que totalizariam R$ 11 milhões.

Após o caso vir à tona, torcedores protestaram contra o presidente. Alguns aguardaram Julio Casares na saída de uma reunião do Conselho Consultivo do clube e atacaram o carro em que ele estava.

Casares nega todas as acusações
Em comunicado divulgado pelos advogados de Julio Casares, a defesa afirma que a quantia recebida pelo presidente é considerada “lícita e legítima”. Confira a nota na íntegra:

"Os advogados Daniel Bialski e Bruno Borragine, que representam a defesa de Júlio Casares, afirmam que todas as movimentações financeiras de Júlio, contidas nos relatórios do Coaf, possuem origem lícita e legítima, com lastro compatível com a evolução de sua capacidade financeira.

Esclarece-se que, antes de assumir a presidência do São Paulo Futebol Clube, nosso constituído desempenhou e exerceu funções de alta direção na iniciativa privada, com boa remuneração.

Ademais, a origem e o lastro de tais movimentações serão detalhados e esclarecidos no curso das investigações — com a apresentação de provas, declarações e informações fiscais — justamente para rebater qualquer ilação que se fizer, ainda mais porque não tiveram acesso à integralidade do inquérito policial."

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