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O médico Victor Sorrentino afirmou em suas redes sociais que a Anvisa impediu a chegada de doações de medicamentos para o Rio Grande do Sul. Em live, Sorrentino criticou a manutenção de "normas e regras muito rígidas" para a chegada de remédios aos hospitais do estado. A informação, porém, foi desmentida pela agência no mesmo.
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Natural de Porto Alegre (RS), Victor Sorrentino acumula mais de 1,3 milhão de seguidores em seu perfil no Instagram, onde cria conteúdos relacionados à medicina. Em meio a tragédia que assola o estado, ele também divulga uma vaquinha online para arrecadar recursos para o envio de doações e posta vídeos entregando os donativos.
Em live, o médico afirmou que a Anvisa barrou a chegada de aeronaves particulares com medicações em mais de três aeroportos na capital. Ele ainda salientou que as doações vieram através de iniciativa privada e não puderam ser distribuídas no estado, porque os aviões não tinham licença.
"Essas medicações já são aprovadas, saem de farmácias e de distribuidoras, mas precisam chegar aqui no Rio Grande do Sul. Não é viável, não é possível que esses remédios fiquem parados dentro de aviões sem poder ser transportados, e a gente esperando aqui para poder trazer essas medicações sem receber nenhum centavo", declarou em vídeo.
Em nota publicada no mesmo dia da live, a Anvisa afirmou que o conteúdo é falso e esclareceu que não efetuou qualquer restrição ao transporte de medicamentos destinados ao Rio Grande do Sul. A agência também reforçou que faz contato direto com companhias aéreas e que atua para atender qualquer excepcionalidade necessária para amenizar os danos causados pela enchente.
No dia seguinte, Sorrentino publicou um novo vídeo em seu perfil no Instagram, onde alega que a Anvisa entrou em contato com ele e falou sobre não politizar a situação.
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