Geral

É o fim? Futuro da Braskem é indefinido; saiba motivo

Divulgação | Braskem
Com a saída do fundo ligado ao empresário Nelson Tanure, o futuro da Braskem se tornou indefinido.  |   Bnews - Divulgação Divulgação | Braskem
Emilly Giffone

por Emilly Giffone

emilly.giffone@bnews.com.br

Publicado em 26/08/2025, às 06h50



Com a saída do fundo ligado ao empresário Nelson Tanure, o futuro da Braskem se tornou indefinido. A gestora IG4 busca conseguir realizar negociações pelo controle da petroquímica.

A Novonor está desde 2018 tentando encontrar um novo sócio para a Braskem, já que possui 50,1% do capital, enquanto a Petrobras possui 47%. Segundo informações do jornal O Globo, os acionistas minoritários garantem o restante das ações da empresa.

Siga o BNews no Google e receba as principais notícias no seu celular

Google News Bnews

Algumas negociações já foram feitas com LyondellBasell, J&F (holding da família Batista, da JBS), Apollo Global Management, Adnoc (a estatal de petróleo dos Emirados Árabes), Petrochemical Industries Company (PIC), subsidiária da Kuwait Petroleum Corporation (KPC), e a Unipar.

Tanure teve o prazo de 90 dias de exclusividade nas negociações, que encerrou no dia 22 deste mês. Durante esse período, ele chegou a contratar o Rothschild.

Fontes do jornal O Globo relatam que a desistência do empresário está ligada ao desastre de Alagoas. As dívidas referentes a indenização não teve garantias e gerou bilhões em perdas após a mina de sal-gema da companhia afundar o solo na região metropolitana de Maceió.

O colunista Lauro Jardim afirmou que a abraskem pretende vender suas operações nos Estados Unidos, um custo que pode chegar a US$ 1 bilhão. O motivo seria a negociação que está acontecendo com a Unipar, das unidades industriais de produção de polipropileno no Texas, na Pensilvânia e em West Virginia. 

Classificação Indicativa: Livre

Facebook Twitter WhatsApp


Cadastre-se na Newsletter do Bnews (Beta)